Queremos olhar para o mundo de forma desprendida mas as preocupações familiares não o permitem. Globalmente seria também desejável olhar para o que se passa com alguma distância e objectvidade mas as questões nacionais ou de segurança interna sobrepõem-se a qualquer outra consideração. Isto por a Lua estar em Aquário e o Sol em Caranguejo, a Lua em trígono a Saturno em Balança e o Sol quadrado a este.  Ou seja, uma visão geral ou perspectiva mais global acaba por nunca poder ser um franco exercício mental porque sucumbimos às pressões e limites que poêm em perigo as nossas necessidades mais básicas e envolvem as nossas emoções.

Mantem-se  o quincúncio de Mercurio em Leão e de Vénus e Jupiter conjuntos em Gémeos a Plutão em Capricórnio e continuamos a viver o óbvio dilema entre as diferentes realidades e perspectivas de expansão e a revolução estrutural em curso. Os esforços para abrir caminho e facilitar expansão financeira – ver a descida concertadas dos juros- podem ser boas medidas assim como o reconhecimento das diferentes posições individuais – Mercúrio em trígono a Urano -mas ambos colidem com os fundamentos de uma crise profunda- Plutão em Capricórnio – que exige uma revolução de princípios e se necessário cortes de relações – Plutão em quadratura a Urano e Marte em Balança a avançar para activar essa quadratura.

É com os nervos à flor da pele, hiper-sensibilidade, desejo de evasão ou num estado alterado de consciência que entramos na madrugada de sábado, com a Lua a passar para Peixes, conjunta a Neptuno, quadrada a Vénus e Júpiter e num quincúncio a Marte que agrava a dificuldade em equilibrar conforto emocional e segurança assim como exprimirmos as nossas carências. É preciso não sucumbir às exigências alheias.