O mais difícil hoje é sermos nós próprios a controlar a vontade em vez de termos alguém ou as circunstâncias a imporem-nos os limites. Orgulho e individualismo levam-nos a correr riscos ou a achar que tudo nos é devido com a Lua em Leão a avançar para um trígono a Urano em Carneiro. A quadratura de Marte, regente de Carneiro, a Urano acrescenta irritabilidade, tensão e mais achas para a fogueira das acções irreflectidas ou dos acidentes por falta de atenção. Também a quadratura do Sol em Escorpião a Júpiter em Leão incita aos excessos na busca de satisfação. Os travões vêm a dobrar com Vénus e Saturno conjuntos em Escorpião e ambos em semi-quadratura a Plutão em Capricórnio. O desejo de controlo total acaba por se transformar em frustração- quanto maior for a teimosia cega, mais dura será a rejeição. Este é o mais negro dos quadros mas os aspectos de hoje também podem ser lidos como abrindo as portas a criatividade e à originalidade de projectos pessoais de grande dimensão ou impacto transformador, no trígono da Lua a Urano e na quadratura do Júpiter ao Sol em Escorpião. Pode ser estimulante e divertido mas haverá sempre de ter em conta limites de poder ou de custos financeiros e a necessidade de organizar os recursos e pensar a longo prazo devido a conjunção de Vénus e Saturno em Escorpião. A semi-quadratura de Plutão e Marte e a quadratura destes a Urano são os sinal claros de que para fazermos as transformações estruturais que se impõem a acção disciplinada é a única via. Todo o cuidado é pouco para não dispararmos em todas as direções.

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