Até cerca das seis da tarde, a Lua em Gémeos estimula contactos, a procura de opções e mesmo alguma dispersão emocional quando o que de facto se procura é a estabilidade. Esta agitação é complicada por alguma confusão de objectivos pela quadratura da Lua  a Neptuno em Peixes assim como pelos exageros suscitados pela quadratura de Mercúrio, regente de Gémeos, em trânsito em Leão, a Júpiter em Escorpião. Mas tudo tem de se acalmar e há que aceitar limites, responsabilidades e até frustração porque a Lua, mal entre em Caranguejo pelo final da tarde faz oposição a Saturno em Capricórnio, o que resfria a agitação mas como em simultâneo faz sextil a Urano em Touro,  trígono a Vénus em Virgem, temos a oportunidade nos abrir a soluções novas e a elas nos dedicarmos, com atenção ao detalhe e sentido de serviço. São essas saídas originais para velhos impasses que estamos hoje e amanhã a afinar para que no eclipse do Sol em Caranguejo oposto a Plutão na madrugada de 13 podermos sem resistencia abraçar outras bases de segurança pessoal e colectiva. Há que perder velhos controlos e ganhar novos. Como o Caranguejo rege os interesses nacionais, o Capricórnio rege asestruturas de poder, o Sol os dirigentes, a Lua a sua prestação pública e Plutão as incontornáveis forças de mudança , a cimeira da Nato e o encontro de Trump com Putin em pleno eclipse oposto a Plutão e um grande trígono de Terra entre Saturno , Urano e Vénus, serão certamente ocasiões onde, se vai trabalhar para semear novas bases que satisfaçam os interesses particulares dos países envolvidos. O Nódulo Norte e Mercúrio em Leão também apontam o caminho de lógicas orgulhosas, individuais, enquanto, para compensar, o grande trígono de Terra estabiliza todas as tensões das mudanças  em curso. Júpiter estacionário desde ontem em Escorpião é o grande motor dessas revoluções na ordem das coisas.

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