Relações de igualdade ou o controlo de poder é a ambivalência em que estamos hoje metidos, divididos entre o sextil do Sol em Balança a Júpiter em Sagitário – que nos dá todas as razões filosóficas para procurarmos o ganho no equilíbrio das relações – e a presença de Vénus, regente da Balança, em Escorpião, onde está conjunta a Mercúrio, ambos em oposição a Urano em Touro.  Com Sol e Marte em Balança, é na área dos relacionamentos, pessoais, financeiros, político que jogamos a vontade de justiça e paz, mesmo que para isso seja preciso fazer a guerra, no sentido em que queremos que o que damos seja equivalente ao que recebemos. Isto por um lado. O trígono a Júpiter dá todo o enquadramento e teoria para fazermos, desse desejo de acordos, bandeira. Por outro, Vénus e Mercúrio em Escorpião desejam poder e esgrimem a linguagem do poder, do controlo das relações e do que é partilhado, com uma intensidade que se reflecte nas estruturas em que estamos inseridos, em casa no trabalho, em sociedade, porque é aí que se encontra Plutão, regente do Escorpião e também Saturno ao qual o Sol acaba de fazer quadratura quebrando velhos laços, a caminho de fazer também quadratura a Plutão, na próxima Lua Cheia para o qual devemos estar preparados com um máximo de flexibilidade e pragmatismo. Urano em Touro oposto a Venus e a Mercúrio, e que rege o Aquário onde hoje a Lua transita, acena com a única resposta possível, que é a deestarmos abertos como índivíduos e como colectivo a novos valores que nos libertem de amarras e costumes antigos. O seu quincúncio a Marte, hoje e nos próximos dias dá conta da tensão entre o status-quo e o  quebrar de algemas, sendo que vai ser esta a tendência a seguir…para assim ganharmos controlo da situação e definir novos equilibrios de poder.