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Céus!!! Rosita Iguana

Os Astros dia a dia

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Marte em Leão

Sábado e Domingo, 8 e 9/8/15- Dizer como é….

Este fim de semana é marcado pelo importância da comunicação, contactos, aprendizagens e abertura a várias possibilidades, assim como pela curiosidade em descobrir detalhes e analisar criticamente a informação. A Lua vai estar sábado e domingo em Gémeos, enquanto Mercúrio, seu regente está em Virgem, que também rege. Emoções e comunicação, emoções e serviço ou organização estão assim em interacção e sentimo-nos muito mais prontos a agir, ir a sítios, ter iniciativas, procurar coisas, mostrar pontos de vista ou dúvidas com Marte a sair do Caranguejo- onde não tinha muitas possibilidades de se exprimir de forma directa- para entrar em Leão às 23.30 GMT, abrindo o caminho para que até ao final de Setembro não haja dúvidas sobre qual é a nossa vontade. Marte ao entrar em Leão, alinha esforços com o Sol e Vénus que também estão nesse signo, um conjunto ideal para demonstrarmos capacidade de chefia e agirmos a partir do nosso sentido de identidade , seja no amor, na criatividade, no trabalho- o impulso é o da expressão do desejo e com tanto Fogo só temos de pôr Água na fervura para não ter conflitos. No entanto, como no domingo Mercúrio faz semi-sextil ao Nódulo Norte em Balança e Marte lhe faz sextil,  o que tivermos para dizer, mandar ou fazer será certamente em prol do bom equilíbrio das relações, através da análise atenta do que estiver em jogo, para melhorar as condições existentes, mesmo que haja várias opções simbolizadas pela Lua em Gémeos. Os resultados estarão à vista depois de dia 13 quando Júpiter entrar em Virgem e expandir o que Mercúrio agora explica.

A tela é da pintora dinamarquesa Anna Ancher (18 Agosto 1859 – 15 Abril 1935) ligada ao grupo de  Skagen -uma colónia de artistas no norte da Jutlândia.

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Quinta, 27/10- Conflito de rumos para o mesmo objectivo

A tensão de mudança persiste hoje primeiro dia deste ciclo lunar que ontem à noite abriu no signo do Escorpião onde também o Sol, Vénus e Mercúrio transitam. Sentimos que as sementes estão lançadas para uma nova fase regenrativa mas não sabemos bem ainda como levar o plano adiante. Para isso, contamos, hoje e até 17 de Novembro, com uma conjunção de Mercúrio a Vénus que permite um diálogo profundo e transformador sobre a eliminação das condições emocionais e financeiras que bloqueiam os processos evolutivos.
Esta conjunção vai passar por duas fases. A primeira, de hoje até ao quarto crescente da Lua em Peixes no próximo dia 2 de Novembro, em que, sob a influência da Lua Nova, aprofundamos o debate sobre os fundamentos da regeneração em curso. Depois de dia 2, o quarto crescente incita à acção e a conjunção de Mercúrio a Vénus passa para o signo de Sagitário, elevando comunicação, relações e finanças para novas esferas de acção iluminada por propósitos concebidos para incrementar segurança e riqueza, com base em novas regras de funcionamento já que Júpiter regente de Sagitário transita agora a constelação de Touro, em trígono a Plutão em Capricórnio.

No entanto, hoje, neste início de ciclo de potencial acção regeneradora e diálogo profundo e concertado, o conflito é inevitável porque Mercúrio e Vénus ainda se encontram, como ontem, em quadratura a Marte em Leão fazendo com que a expressão do desejo de uns se choque contra a vontade de outros ou que interiormente não nos seja possível alinhar sentimentos e acção. Mas é com total seriedade que abordamos as clivagens internas e externas já que Mercúrio e Vénus fazem um semi-sextil a Saturno em Balança que exige estabilidade de propósito na procura do bem comum.

Um outro aspecto hoje à noite pode ter consequências importantes. A Lua vai estar conjunta, a Mercúrio e Vénus e por esta ocultação se passar em Escorpião, as emoções mais profundas podem ser tocadas, vividas e partilhadas a um nível de intensidade transformador. Encontros, circunstâncias, sonhos ou intuições levam-nos mais fundo no entendimento do nosso próprio subconsciente.

Nos céus da Zona Euro, as posições da Lua conjunta a Mercúrio eVénus em Escorpião, quadrados a Marte em Leão conjunto ao Nodulo Lunar Norte, são o sinal claro do conflito que se desenrola nas negociações para a adopção de medidas regeneradoras do sector financeiro europeu, depois das conclusões da Cimeira de Chefes de Estado de ontem. A posição de Marte indica a vontade clara de que o Euro tenha projecção global mas os restantes aspectos indiciam disputa sobre o caminho a seguir. As metas de 2 de Novembro e 17 de Novembro são as próximas etapas deste processo.

Terça, 27/9- Lua nova em Balança: a urgência de concertação

O tom das próximas semanas é dado hoje pela Lua Nova de Balança. O desejo de alcançar paz, harmonia, justiça, alianças é estimulado por esta Lua que acima de tudo quer que os dois pratos da Balança se equilibrem com pesos iguais na relações pessoais, políticas, financeiras ou sociais. A esse alvo, resultante da conjunção hoje do Sol e da Lua, junta-se também Mercúrio em trânsito em Balança e Vénus, um graus mais afastada.
Tudo apontaria para que o respeito mútuo e a concertação dominassem a cena, sem grande esforço. No entanto, o esforço vai ser mesmo necessário para aguentar o choque das forças em confronto. Isto porque hoje mesmo, a Lua e o Sol deparam-se como uma oposição a Urano, (o planeta da ruptura, que abre novos caminhos), a transitar a constelação de Carneiro (regida por Marte), reforçando o individualismo, a vontade única, a rejeição da paz antiga baseada num status quo agora desajustado.

Na Balança revêmo-nos nos outros. Com a oposição de Urano em Carneiro o que o espelho nos devolve são respostas choque, cortes no diálogo, reações surpresa. Que fazer? A participação na mudança é a resposta, um salto em frente para um novo tipo de relação, novos acordos a abrir o caminho do diálogo diplomático fulcral nas próximas semanas.
A Balança rege não só as relações justas como o dinheiro partilhado. É o signo da diplomacia e da justiça. Rege os acordos internacionais. No quadro da crise financeira europeia, o foco da contrução de parcerias (Sol), as trocas (Mercúrio), o valor monetário ( Vénus) vêem hoje abrir-se novo ciclo com a entrada da Lua Nova também em Balança. Neste signo a Lua ilustra como são ténues os equilibrios em jogo. Essa carência de justiça nas relações é hoje exacerbada pelo afirmação unívoca de alguns parceiros (pela oposição a Urano em Carneiro) e simultâneo quadrado a Plutão em Capricórnio que representa a força inequívoca de transformação das estruturas das dívidas. E é de não esquecer, o longo trânsito de Saturno em Balança que, como pano de fundo, mostra os limites dos acordos existentes e obriga a sua reformulação em bases mais adequadas as exigências actuais.
É deste confronto entre as diferentes forças em jogo – a estabilidade diplomática versus parceiros fora da linha,- propulsionadas pela inebitabilidade da transformação das regras, que é de esperar, neste início de semana, uma reação dos mercados financeiros de extrema volatilidade e, por parte dos políticos, da apresentação de novas propostas, ideias originais no sentido de transformar a organização financeira internacional e o quadro de interdependência para que se construa novo equilíbrio e restabeleça a confiança. Se as medidas anunciadas forem nesse sentido, esta Lua Nova, em vez do caos nos mercados pode trazer as praças para novos máximos. Mas se os sinais dados pelos países na defesa dos seus interesses próprios ( Urano ) não forem concertados com o interesse comum ( resto dos planetas em Balança, quadrados a Plutão), então esta Lua Nova pode ser dramática para os mercados e para o Euro.

Uma coisa é certa, este ciclo lunar abre com a demonstração de que há temos de nos ajustar ao que está desajustado. É preciso criar novos consensos que integrem a especificidade dos parceiros. E assim se transformam e evoluem as bases que estruturam o que é partilhado. Novos mecanismos de apoio financeiro a Grécia ou a Portugal ou a Espanha ou qualquer dos parceiros europeus é uma das hipoteses que ilustram este quadro astral pelos aspectos que faz nas casas I, Vii e IV dos diferentes horóscopos. Um sextil de Marte em Leão, na XI à Lua e ao Sol, expõe a vontade de afirmação do projecto comum europeu e ajuda por isso a encontrar novas respostas à crise. No entanto, Marte, nos próximos dias faz um quadrado a Plutão na II no céu das adesões de Espanha e Portugal e as divídas dos dois países ibéricos vão ser sujeitas a escrutínios severos por parte dos parceiros que podem exigir novo quadro de compensação.

O avanço de Vénus em Balança em direcção a Saturno e a um conjunção exacta a este planeta dentro de dois dias também aponta para acordos rígidos sem grandes margens de se escapar a sacrificios, o que deverá ser a condição de nova ajuda à Grécia, apesar dos limites já impostos pelas ajudas anteriores.

No céu do Governo de Passos Coelho, a Lua nova e a oposição de Urano reflectem-se também na projecção da imagem do governo junto da opinião pública quanto as suas posições de política económica e em matéria energética. Um quadrado Marte/ Mercúrio traz ao governo oscilações entre dúvida e optimismo sobre o apoio dos parceiros no quadro financeiro. Os outros aspectos de Marte demonstram alinhamento de posições com os mais fortes, na cena internacional.

Terça, 20/9- Acção iminente

A chave do dia está na entrada de Marte em Leão. O planeta da acção ao ingressar no signo da criatividade garante que as medidas tomadas sejam inovadoras, vitais e impositivas. Porque a Lua está nos último graus do signo da dualidade, Gémeos, as primeiras horas desse ímpeto de concretização estão ainda sujeitas a sentimentos ambíguos sobre a sua eficácia, mas a acção não é interrompida, antes pelo contrário, ganha ímpeto como solução dramática e única resposta possível à crise que se acentuou desde a Lua Cheia de dia 19 e em particular nos últimos dias.

É preciso ver esta acção de Marte no contexto geral, entre a Lua Cheia de dia 12 a 19 graus de Peixes e a Lua Nova de dia 27, a 4 graus de Balança. Na Lua Cheia, Urano, planeta do imprevisível esteve em oposição a Plutão,( a 4 graus de Capricórnio), o planeta da transformação, morte e renascimento, e também de tudo o que partilhamos com os outros, sexo, dinheiro, poder e morte. Em astrologia financeira é considerado o planeta das dívidas. Em Peixes, a Lua cheia exaltou a confusão e generalização provocada pelos mercados financeiros face aos receios da falência grega.
Seguiram-se novas surpresas e revezes com a oposição de Vénus a Urano e o seu quadrado a Plutão, nos últimos dias em que esteve a 4 graus de Balança. Estes aspectos revelaram a necessidade de transformação das estruturas existentes dado a sucessão de agravamentos da situação financeira em geral, queda das bolsas, quebra nos bancos etc.

Dos encontros dos responsáveis do Banco Central e ministros das Finanças europeus no final da semana passada começaram a revelar-se conflitos e posições dispares em propostas de como fazer face a crise e nos Estados Unidos, depois das propostas da presidência para aumentar os impostos e aprovar um pacote de estímulo á economia de quase 500 mil milhões de dólares, espera-se hoje e amanhã quais serão as directivas do FED para resolver também a crise orçamental e dívida norte-americana.

É neste contexto que a entrada de Marte em Leão hoje permite esperar um linha inovadora de acção por parte de quem detem o poder de acção na área financeira internacional. Tais propostas terão de ter em conta os limites exigidos por Saturno em Balança, ou seja os das justas relações entre parceiros financeiros ou diplomáticos e também a retrogradação de Júpiter em Touro que exige contenção de despesas e estímulos à criação de riqueza através da reorganização ou reciclagem dos bens existentes. O movimento de Marte é particularmente relevante no céu da adesão grega já que se opõe ao Marte natal e se aproxima de uma quadratura à Lua e outros aspectos de tensão. As relações de Atenas com os parceiros europeus são cenário de conflito crescente.
O resultado estará vísivel na Lua Nova de dia 27 de Setembro, exactamente no mesmo grau que Urano, e Vénus tocaram no decorrer deste processo, por oposição, e conjunção e quadratura a Plutão. Com Mercúrio tal como o Sol e a Lua em Balança, quadrados a Plutão, nessa Lua Nova, a estabilidade torna-se mais do que necessária para superar os abalos tanto nos céus do Euro, como no dos países do Tratado de Roma, como na economia norte americana.

Para o Governo, esta terça-feira é naturalmente inserida no quadro geral da Lua em Gémeos e de Marte a entrar em Leão, dentro do resto dos aspectos globais, o que se traduz essencialmente num agravar da tensão e dúvida sobre o caminho da governação, suscitado por contestação interna e oposição pública, com a Lua a passar por cima do Sol do Governo mas Marte em sextil ao Marte natal da IX a permitir iniciativas junto de parceiros estrangeirosbem sucedidas. Vénus em oposiçao exacta a Urano continua a provocar imprevistos financeiros e conflitos sobre a gestão da dívida e o sector público.

Segunda, 19/9- A força da mudança

O quadrado de Vénus a Balança a Plutão em Capricórnio, activado ontem e em acção até amanhã provoca percas e transformações financeiras e nas relações emocionais. É o momento de reorganizar as finanças, tanto a forma como adquirimos bens como a sua contabilidade. No entanto, as dúvidas sobre como o fazer ou sobre o futuro material são grandes, devido a presença da Lua em Gémeos.

A ambivalência de propósitos, a necessidade de especulação sobre as possibilildades em jogo e a falta de bases para que se tire conclusões são exacerbadas por esta Lua até ao final do dia quando a sua conjunção ao Nódulo Lunar Sul agrava o pessimismo e a necessidade de segurança em valores tradicionais. Logo de seguida, um trígono a Saturno em Balança permite estabilizar ideias sobre como estruturar as relações.

A acção torna-se possível terça-feira. Marte está prestes a entrar em Leão, amanhã, renovando vitalidade e propósito, mas antes é necessário reconhecer através dos aspectos de Vénus a Plutão, as mudanças essenciais a desenvolver e explorar intelectualmente com a Lua em Gémeos os vários caminhos possíveis.

Depois das inicitivas e surpresas no âmbito financeiro do fim de semana acentuadas pela oposição de Vénus a Urano que culminaram ontem com a proposta de Obama sobre uma taxa sobre os ricos, o quadrado de Vénus a Plutão vai provocar crises diplomáticas em que as questões financeiras são a chave. O céu da União Europeia é particularmente atingido por este aspecto, o que naturalmente se insere na crise em curso do Euro. A entrada de Marte em Leão, em oposição ao Marte natal da adesão da Grécia,regente da VII provome hostilidade, conflitos, arrogância, faltas de consideração na relações entre Atenas e os seus parceiros comunitários, sendo por isso de prever um agravamento da questão grega nos próximos dias.

Em Portugal, a Lua em trânsito na Casa X , em Gémeos, cataliza divisões no seio do Governo, em que os propósitos de estabilização e poupança financeira são o tema perturbador. Vénus conjunta ao Urano natal traz novas revelações e perturbação com as finanças do sector público e necessidade de transformação da legislação interna e de acordos mais vastos, no sentido da contenção das despesas.

Setembro: a caminho da mudança

Com dois tempos distintos, antes e depois de dia 16, em Setembro desenha-se, na segunda metade, a nova arquitectura de forças que se desenvolvem e confrontam já a partir de 2012 e até 2015. Atenção aos movimentos sociais colectivos e aos impactos da Natureza.

O mês de Setembro começa, de facto, dia 29 de Agosto, com uma Lua Nova a 5 graus de Virgem, trígona a Plutão em Capricórnio e a Júpiter em Touro.

Lua Nova: Preparar as mudanças

Esta Lua Nova dá o mote que orienta o desenrolar dos eventos durante a maior parte de Setembro: Com detalhe, preparar transformações estruturais que potenciem expansão. É com sentido crítico que avaliamos como avançar metódicamente para as mudanças nas organizações de poder, colectivo ou individual que, a partir de 16 de Setembro, com a entrada de Plutão directo, podem ser postas em marcha, depois de estarem em fase de re-avaliação desde 10 de Abril.

Logo a seguir a esta Lua Nova, no último dia de Agosto, outro evento astrológico marca o palco dos acontecimentos: Jupiter entra retrógrado a 10 graus de Touro e assim fica até 27 de Dezembro, limitando a expansão financeira, material e as conquistas de riqueza. Jupiter retrógrado em Touro só nos dá aquilo que pouparmos ou aquilo que conseguirmos transformar. Não há ganhos galopantes nem inesperados.

E assim começa Setembro, com planos minuciosos de reorganização pessoal e do colectivo com o objectivo de transformar as circunstâncias condicionantes já que a expansão só é possível através de cuidadosas mas profundas alterações do que até agora tem sido.

A constante nas tensões sociais e na diluição de barreiras

Duas outras constantes condicionam Setembro: Urano e Neptuno retrógrados, o primeiro em Carneiro entre os graus 3 e 2, o segundo em Aquário entre os 29 e os 28 graus. Urano em Carneiro, estimula o fogo social, ideias e actos inesperados, inéditos, inovadores, com origem numa só pessoa ou através de actividadades de grupo mas traz sempre impacto no colectivo.
Neptuno em Aquário dissolve as barreiras sociais, ilude-nos com fantasias sobre o mundo e estimula idealismos, para o bem e para o mal. Neptuno está nos últimos graus de Aquário onde se encontra desde o principio da massificação do uso da internet sendo as consequências dessa prática exactamente o efeito de Neptuno, diluindo fronteiras pessoais e colectivas.
Estas duas constantes acrescentam, por isso, ao mês de Setembro a possibilidade de grandes tensões sociais e uma multiplicidade extraordinária na oferta de ideais a seguir.

A exigência do equilíbrio nas relações: outra constante

A acção de Saturno, entre os 15 e 18 graus de Balança será outra das constantes de Setembro. Este planeta, a atravessar este signo regido por Vénus, exige relações justas, equilibradas, estéticas, seja no plano político nacional ou internacional, como no plano das relações financeiras como nos nossos relacionamentos pessoais.
O que damos e o que recebemos tem de ser representativo das nossas necessidades individuais e do que considerarmos ser a justiça social. Identificamos as nossas forças e fraquezas, reconhecemos as do parceiro e Saturno exige que seja feito o equilibrio entre esses dois vectores.
A Lua Cheia de 12 de Setembro em Peixes, em quadratura ao Nódulo Lunar e naturalmente oposta ao Sol é prenúncio do movimento para a transformação do status quo, já que enfatiza os conflitos entre os ideais e o sistema,, entre as expectativas familiares ou normas culturais em vigor e o desejo individual ou das forças colectivas para ir mais longe.

Plutão directo dia 16: mudanças nos poderes

Dentro de estes condicionamentos constantes em Setembro, gerados por Jupiter Ret. Touro (expansão limitada) Saturno em Balança (busca de equilibrio nas relações) , Urano Ret em Carneiro ( fermentação da liberdade colectiva) e Neptuno Ret em Aquário (dissolução das estruturas globais), o mês divide-se em duas partes distintas: A primeira, até dia 16 de Setembro e a segunda a partir desse dia 16 em que Plutão entra directo, a 4 graus de Capricónio.

Quais são as implicações desta variação no movimento de Plutão? As consequências medem-se tanto no plano pessoal como no plano colectivo e implicam que, a partir de dia 17, é possível retomar o processo de transformação estrutural profunda que desde 2008 e até 2022 levará a susbsituição das velhas ordens de poder, político, financeiro, social, familiar, por novas estruturas, organizações e divisões de poder tanto na sociedade como nas relações pessoais.

Por isso, as transformações estruturais programadas e que tinham ficado paradas desde 10 de Abril, data em que Plutão entrou retrogrado, vão, a partir de 16 de Setembro levar novo alento, até à Primavera de 2012, onde novamente Plutão entra retrogrado para nova fase de avaliação das transformações efectuadas e preparação para nova evolução seis meses depois.
Ou seja, depois de 16 de Setembro o caminho está aberto globalmente para novas mudanças políticas, reformas financeiras e burocráticas, substituições de chefias e em geral na gestão individual.

O quadro geral do quadrado de Saturno e Urano a Plutão: tensão, inovação, conflito e revolução

Em astrologia política, Saturno representa os poderes estabelecidos, as forças da ordem, os governos e chefias. Urano é o apelo de liberdade, criativa ou destrutiva, mas sempre explosiva, surpreendente, radical. Plutão é a destruição lenta e inexoravel, passional das estruturas obsoletas, a desintegração e transformação dos controles estabelecidos. Ciclicamente estes planetas cruzam-se, ao longo da história e nesse movimento encontramos correlações entre certos aspectos e acontecimentos históricos. Os aspectos mais tensos, conjunções, quadraturas e oposições estão naturalmente associados a eventos de maior tensão.

É preciso não esquecer que todo o mês de Setembro e em particular por volta de 16, Plutão e Urano estão já numa órbita de 2 graus da quadratura máxima que vão ter sete vezes entre 2012 e 2015, pontos de tensão extrema da tendência de ruptura da ordem estabelecida e que se começou a sentir globalmente e num crescendo desde 2008.
Até este Verão de 2011, Saturno esteve em oposição a Plutão controlando, tapando, retardando, tentando compor as rupturas dos sistemas. Em Agosto Saturno saíu dessa órbita de repressão da mudança e Urano aproxima-se de posições que representam o culminar de situações insuportáveis para a evolução colectiva.

Ideias e tecnologias associam-se a revoltas sociais nestes aspectos de Urano/ Plutão e isso é ilustrado, pelos exemplos, da última quadratura depois de uma conjunção ( como agora mas noutros signos), em 1886, 1887, quando Bell inventou o telefone , Edison a electricidade e ocorreram as primeiras greves gerais da História, nos caminhos de ferro dos Estados Unidos e se iniciou o movimento para a independência da Irlanda. A ùltima quadratura antes de uma conjunção ocorreu no século XX, nos príncipio dos anos 30, de grande perturbação financeira e social e que abriu caminho para o maior conflito de sempre. A conjunção dos anos 60 trouxe a revolução hippie, pílula etc, ouyrps exemplos de evolução de mentalidades, e impacto colectivo da criatividade e invenções.

Por isso é de esperar tecnologica e ideologicamente revoluções de projecção global e de ruptura com a ordem estabelecida, pontuadas, até 2015, pela sucessão de aspectos exactos de Urano a Plutão, em marcha a partir de meados de Setembro.

De 16 a 22: Crise em várias frentes

Na véspera do dia em que Plutão entra directo abrindo o caminho a revoluções a vários níveis dos poderes instaurados, Venus entra em Balança onde fica até 8 de Outubro alimentando a necessidade de fazermos alianças e encontrarmos soluçõs equilibradas, nesse quadro de mudança. A Vénus pede o equilibrio e a justica a partida e para isso impele Plutão directo a partir de dia 16.

Mas logo, a 17 Venus opõe-se a Urano e somos surpreendidos por acções contrárias à paz estabelecida, rupturas políticas e sociais, percas financeiras, libertação de velhos acordos e a necessidade de criativamente nos ajustarmos a uma nova ordem. Não será fácil já que dia 18 Venus faz um quadrado a Plutão, trazendo crises relacionais, financeiras e estruturais.

No dia seguinte, 18, Marte entra em Leão podendo dar um impulso dramático às acções sociais, ás dinâmicas de grupo e ás reformas do colectivo. É no ingresso nos signos que a acção de Marte é a mais notada do zodíaco. Marte rege as forças masculinas, militares, a agressão, a guerra e a vitalidade e a agitação pública. A atravessar o signo do Leão, até Novembro, Marte garante a intensificação da criatividade e pulsão sexual individualmente assim como colectivamente acções que provocam ou são por si mesmo agitadoras socialmente.
No dia 22 Marte faz um trígono a Urano e essa acção de libertação e impeto de reforma pode ser canalizado mais facilmente.

Até dia 23, o Sol está na constelação de Virgem, assim como Mercúrio. Comunicar minuciosamente aquilo que possa dar sentido à existência, individual ou colectiva é a força vital deste período. Depois de dia 23, o Sol em Balança revela as forças que se opõem e obriga à busca de soluções de compromisso em alianças e relações mais justas.

Fim do mês: agitam-se os céus, agita-se a Terra

A Lua nova, no dia 27, nos primeiros graus de Balança, sextil a Marte e oposta a Urano, quadrada a Plutão, abre o próximo ciclo lunar com uma tensão o crescente no sentido de profundas transformações no tecido global.

Esta Lua Nova traz associada um evento celeste raro. Espera-se para dia 26 a passagem vísivel da Terra do cometa Elenin, num percurso que o leva a cruzar a orbita terrestre em meados de Outubro. A distância de Elenin à Terra, quando estiver no ponto mais próximo na sua trajectória, é de 0,24 AU ou seja 1/4 da distância entre a Terra e o Sol. Pode ver neste site da NASA a projecção da sua trajectória: http://ssd.jpl.nasa.gov/sbdb.cgi?sstr=elenin;orb=1;cov=0;log=0;cad=0#orb

Com o possível impacto electro-magnético, vou desligar o computador e partir para o pacato Alentejo ver a chuva de estrelas da cauda do cometa!

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