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Céus!!! Rosita Iguana

Os Astros dia a dia

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Lua em Escorpião

Sábado, 25/7/15- O que pode ruir, o que pode servir

A impaciência, irritabilidade, brusquidão e todas as variações e consequências que resultam de crises de cegueira emocional são o grande risco hoje com Marte e Urano em quadratura, de Caranguejo para Carneiro, Lua em Escorpião, Sol e Mercúrio em Leão.
Convencidos de que tudo o que dizemos é o que faz sentido, desejosos de controlar tudo e todos, – portanto desconfiados e retorcidos,-  batemos com a porta à mais leve sentida provocação. Não tem de ser assim. O livre arbítrio devia permitir que Sol e Mercúrio em Leão inspirassem a expressão da criatividade, amor e generosidade, que a Lua em Escorpião ajudasse a que nos dedicássemos a ir ao fundo do que está mal em nome de grandes causas e que, assim imbuídos de fortes capacidades e boas intenções pudessemos, graças à quadratura de Marte a Urano, cortar dependências vetustas e inovar, fazendo as transformações necessárias em casa, família, país. São duas maneiras opostas de viver as influências do dia e há matizes várias. O que é chave é pensar a longo prazo o que se pretende das relações a dois, dos acordos e alianças com os outros, da forma como servimos relações e como elas nos servem a nós. Vénus está estacionária em Virgem, vai entrar retrógrada até Setembro e está na hora de repensarmos o ter e o dever no amor, no trabalho, nas finanças. Nas seis semanas  que se avizinham teremos de lidar com as consequências das tensões deste fim-de-semana.

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Sexta, 24/7/15- Filtrar a paixão- Vénus retrógrada

Todo o fim-de-semana gira em torno de três tensões, duas de curta duração mas de efeitos intensos e uma que perdurará 40 dias e que requer por isso atenção a médio prazo.
A Lua em Escorpião, de sexta feira de manhã até domingo traz emoções intensas porque tudo é sentido como uma questão de vida e de morte, desejo de controlo, desconfiança, sentimentos arrebatadores que começam sexta à tarde com laivos de fantasias num o trígono a Neptuno, que no sábado podem exprimir-se graças ao trígono a Marte mas que, no domingo, acabam por ter de ser reprimidos devido devido à conjunção a Saturno. Ou seja, no que toca ao flutuar emocional, o pano de fundo será sempre a visceralidade do sentir, paixões que se sentem, se manifestam e sucumbem à força das circunstâncias.
A segunda tensão vem da quadratura de Marte em Caranguejo a Urano em Carneiro. É o aspecto do turista acidental mas também da disputa em família que nos leva a agir de forma brusca ou de qualquer ímpeto no que respeita a casa, família que implique separações ou acções inesperadas. Estes são os aspectos que duram apenas o fim-de-semana, agora que o Sol entrou em Leão e está em conjunção com o Sol, o que torna tudo e todos mais senhores-do-seu-nariz, arrogantes, cheios de certezas, a querer mostrar que só há uma posição possível- a do rei da Selva. Apesar das oportunidades dadas pelo sextil ao Nódulo Norte em Balança que pede diálogo e concertação, com Sol e Mercúrio em Leão a vida é um palco é difícil ouvir e fazer-se ouvido sem drama.
Por fim, temos a abertura, durante o fim-de-semana, do convite dos próximos 40 dias a interiorizar o que temos de mudar nas atitudes pessoais para melhorar relacionamentos e benefícios. É tempo de encaixar e não de investir. Vénus fica estacionária até domingo e entra de seguida retrógrada, voltando ao Leão a 1 de Agosto para só estar directa outra vez nos 14 graus de Leão a 7 de Setembro e regressar ao ponto que agora deixa dos 0 graus de Virgem a 9 de Outubro. No amor, nas relações públicas, na correcta contabilidade, no ter, dever e haver de como nos projectamos nos outros, está na hora de corrigir percursos, acabar processos, passar a pente fino alianças, dinheiros e o que temos de facto para dar. E quando passarem estes 40 dias, espera-se que a travessia do deserto permita então a gestão correcta das coisas e o amor ao serviço pedidos de facto por Vénus em Virgem, só possível com menos orgulho próprio, a descobrir como durante a retrogradação em Leão…. Filtrar a paixão.

A tela é do pintor inglês pré-rafaelita John William Waterhouse,  1849-1919. Chama-se ” Love Philter”.

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Sábado, 27/9- Ir ao fundo das questões, atrás da verdade

Para que haja justiça é preciso investigar mais, ir mais fundo, rever o passado e mostrar também força no que se promete. Sentimos o controlo ameaçado, os sentimentos são intensos e a tendência é para nos defendermos, atacando. É como se a conversa mudasse de tom: defendemos a paz prometendo a guerra e calamos estratégias. O que acontece hoje é que, enquanto o Sol está em Balança, Mercúrio entra em Escorpião onde está também agora a Lua e onde Saturno transita desde 2012. A Balança é regida por Vénus que está em trânsito em Virgem, fazendo-nos procurar na organização, nos serviços, nos detalhes, o enquadramento para essa busca de harmonia, justiça, paz ou estética. Por seu lado a Virgem é regida por Mercúrio que entrou em Escorpião, uma breve aparição até ao início de Outubro porque estará retrógrado em Balança de 10 de Outubro a 10 de Novembro. Assim, as questões que se levantarem agora terão continuidade em Novembro porque entretanto há que renegociar ou rever a ordem, os acordos, relações ou regras de forma a que se possa de seguida seguir em frente restruturando ou defendendo essa transformação. A Lua em Escorpião é o que intensifica as emoções porque nos torna hiper-sensíveis ao que temos e ao que não temos porque queremos o controlo total sem revelar as fragilidades. Quando a Lua se encontrar com Saturno na madrugada de Domingo esses sentimentos são dominados pela força das circunstâncias e temos que esfriar o desejo, rendendo-nos a uma ordem maior. Para nos guiar em todo este processo estamos sob um grande trígono de Fogo entre Júpiter, Urano e Marte que impele à acção atrás de uma verdade que mostre quem somos e o que valemos.

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Sábado, 30/8- Mais paixão que razão

Por volta do meio dia GMT as emoções tornam-se mais intensas e vão num crescendo até à noite quando a imaginação e o romantismo vão ficar mais exacerbados e é mais fácil deixarmo-nos ir atrás das paixões. É a Lua que sai de Balança e entra em Escorpião pela tarde avançando até à noite para um trígono a Neptuno em Peixes o que estimula a intuição, sensibilidade e idealismo. Com a Lua em Escorpião o desejo de controlo sobre as emoções alheias aumenta, tudo se torna questão de vida e de morte, procuramos ir ao fundo das coisas para encontrar e dominar a sua essência. O trígono da Lua a Neptuno em Peixes pode suavizar o lado mais duro desse conflito de interesses mas também pode ser o motor ideológico para respondermos de forma brutal às carências emocionais. O melhor é tentar ancorar os sentimentos, aceitar que não podemos controlar tudo e abrirmos o coração à nossa própria transformação. O Sol e Mercúrio estão em Virgem o que ajuda a mente a focar nos detalhes. O Sol avança para um trígono a Plutão no início da próxima semana e por isso agora preparamos intensamente as transformações estruturais que de seguida vamos levar a cabo. Podemos fazê-lo vivendo intensamente o processo, mas é sempre melhor não ser compulsivo…

A tela chama-se “Les bas rouges” e é do pintor fauvista francês Albert Marquet, 1912

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Quarta, 16/4- Olho por olho

Todas as desculpas são boas para dente por dente, olho por olho respondermos aos desafios do dia. Os sentimentos são intensos, passionais, até agressivos, com a Lua hoje em Escorpião, num grande trígono de Água a Júpiter em Caranguejo e a Neptuno, Vénus e Quíron em Peixes – o que estimula a defesa da segurança pessoal, familiar ou nacional em nome de sonhos ou ideais que nos façam esquecer velhas inseguranças ou mesmo carências.

Com tanta emoção a liderar os processos, é fácil cair nos ataques verbais ou mesmo explodir em violência já que a Lua em Escorpião é regida por Marte, o Sol e Mercúrio estão em Carneiro- também regido por Marte – e este planeta do querer, assertividade ou guerra está em Balança a re-definir equilíbrios nas relações pessoais, políticas e financeiras, pondo em causa alianças e acordos. A batalha de desejos está na oposição de Marte a Mercúrio e Urano em Carneiro. Para levarmos por diante a nossa vontade temos de ser combativos, procurar novas linhas de relacionamento e não hesitar em liderar os processos. Como Mercúrio está em semi-sextil a Quíron em Peixes e Marte está quincúncio a Quíron o que está na mesa são mesmo feridas antigas que têm de ser resolvidas e não podemos mais fazer de vitímas. A Lua em Escorpião é defensiva, passiva/ agressiva, controladora e só descansa quando conquista a segurança e toma posse da terra do Touro que se lhe opõe. Como Vénus regente do Touro está em Peixes, não há limites para esse desejo….Depois do eclipse de ontem e da entrada de Plutão retrógrado, há agora que interiorizar o caminho já feito e o que falta fazer e definir claramente os próximos passos até à grande cruz exacta a 23 de Abril entre Plutão, Urano, Júpiter e Marte.

A imagem é de um óleo sobre madeira de Lucas Cranach, 1472-1553 e chama-se “Judith com a cabeça de Holofernes” e está no Museu de Kassel

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Quinta, 20/3- Equinócio de vontades e liberdades

É com toda a força do equinócio da Primavera que hoje os impulso de vida nos levam a agir sem pensar mais no que fica para trás ou no que possa impedir a vontade. Mas apesar de ser a entrada do Sol no signo de Carneiro que traz o ímpeto de acção, o que nos move são as emoções profundas, desejo de controlo ou salvação, necessidade de segurança e alívio de males antigos estimuladas respectivamente pela Lua em Escorpião, em trígono a Júpiter em Caranguejo, ambos em trígono a Quíron em Peixes. Com Marte, regente do Sol e do equinócio, retrógrado em Balança, conjunto ao Nódulo Norte e trígono a Mercúrio em Peixes, a força de vida ou impulsos egocêntricos obrigam-nos a rever relações, amorosas, acordos legais, político e financeiros, num esforço de chegar a novos equilíbrio que correspondam à nossa ideia do que seria ideal. A ajudar as transformações profundas, criando as bases para que aconteçam, está Vénus, regente de Balança, em trânsito pelo Aquário em quincúncio a Júpiter e semi-sextil a Plutão em Capricórnio: a proposta é a de liberdade de escolha que nos dê garantias de bem estar num contexto de mudança dos poderes ou dependências com que lidamos individual ou colectivamente.

A imagem é um detalhe da “Alegoria da Primavera” de Sandro Botticelli, 1482, que está no Museu de Florença

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