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Céus!!! Rosita Iguana

Os Astros dia a dia

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Sol em Capricórnio

Sexta, 21/12/18- Solsticio e tempo para re-ordenar a vida

Hoje é o Solstício com a entrada do Sol em Capricórnio e um mês pela frente em que o foco das nossas atenções se vira para a ordem das coisas, as estruturas em que estamos inseridos, o que controlamos ou não, as Continue reading “Sexta, 21/12/18- Solsticio e tempo para re-ordenar a vida”

Quarta, 21/12/16 – Solstício: preparar terreno

Responsabilidades, disciplina, ordem, planear o futuro, lançar alicerces são as palavras chave do ingresso do Sol em Capricórnio, neste solstício de Dezembro em que Continue reading “Quarta, 21/12/16 – Solstício: preparar terreno”

Terça, 22/12/15- Solstício de Dezembro: O que traz o Inverno?

Ordem, poder, estrutura, a organização dos assuntos em casa, sociedade, na política é sempre o marco do ingresso do Sol em Capricórnio, no Solstício, este ano dia 22 de Dezembro pelas 04.49 GMT. Arrumar, conservar, poupar no Inverno são necessidades dos tempos rurais que podemos ter esquecido na voragem da vida urbana mas que agora com Plutão em Capricórnio têm outra urgência e requerem novo formato.

É tempo de dar uma grande volta à vida ou encarar as voltas que a vida nos dá. Até 21 de Janeiro, o Sol vai atravessar o Capricórnio e encontra-se com Plutão no dia 6 do novo ano, dia em que também Mercúrio recém entrado em Aquário volta a Capricórnio, numa retrogradação que dura até 27, de forma a que também Mercúrio se volte a conjugar com Plutão. Uma interpretação possível para esta dança do Sol e Mercúrio em torno de Plutão é, desde antes do Natal até ao 24 de Janeiro, a crescente necessidade de estabelecermos uma nova ordem, assumirmos novas rédeas de controlo dessa ordem e de criarmos as condições para poder comunicar esses novos princípios orientadores, estruturantes, em casa, no trabalho, na pirâmide que estamos inseridos. Plutão rege a dívida, o poder, forças sem rosto que tomam conta das nossas emoções ou da evolução colectiva, a pulsão de controlo. Em Janeiro, Plutão e Urano fazem a última quadratura, desta vez já não exacta- das sete que tem vindo a acontecer desde 2012 e estamos a chegar ao fim de um ordem política e financeira de impacto generalizado. Podem ser as novas regras para a banca europeia, podem ser novas regras para a protecção do ambiente, pode ser muita coisa que represente, em última análise, o fim de uma ordem e o princípio de outra que se começa a desenhar e cujo sentido é dado por Saturno e cujo  tempo de revelação ficará para o Outono.

Saturno é o regente de Capricórnio, está em trânsito em Sagitário e vai avançar entre os 10 e os 16 graus, até ao arranque da Primavera, em Março, quando entrará retrógrado até meados de Agosto. Saturno começa o Inverno quadrado a Neptuno em Peixes, posição exacta em que vai estar novamente no Outono o que implica que, para essa definição da nova ordem pessoal e colectiva, todo o ano de 2016 exige cabeça fria, controlo das fantasias e verificação da satisfação dos princípios fundamentais antes de se avançar com nova organização das coisas. Seremos certamente apanhados desprevenidos e confrontados com frustração se deixarmos que Neptuno – o sonho, ilusão- pese mais do que Saturno- a ordem nas ideias. Mas também não podemos deixar que a imposição de regras e de princípios a longo prazo mate a esperança e os ideais. É esse equilíbrio delicado a conseguir todo ao longo do próximo ano que hoje, dia de Solstício temos a oportunidade de entender como fundamento das nossas acções. O Sol entra em Capricórnio sob a influência de Saturno em Sagitário e Plutão, Mercúrio a Lua, Júpiter e o Nódulo Norte encontram-se num grande trígono de Terra a dizer que é preciso adoptar valores, analisar detalhadamente as situações, optimizar soluções e concretizar as transformações, segundo os tais princípios coordenadores preferencialmente adoptados depois de domadas as ondas da fantasia.

A animar tanta necessidade de ordem e controlo, Vénus em Escorpião em recepção mútua com Marte em Balança traz a paixão para a defesa de uma posição complexa que é a que permite sermos quem somos nas relações sem no entanto deixarmos de partilhar intensamente o que nos move. Ou seja, os Céus pedem neste Solstício que sejamos capazes de identificar os nossos próprios valores e parte interessada nos acordos, relações, alianças, sociedades, não para os cortar do todo mas sim para ir mais longe no sentido do que é partilhado, porque estamos mais cientes dos valores em causa. Isto dura até ao final de Dezembro e em Janeiro Vénus entra em Sagitário e Marte em Escorpião o que muda a atitude em relação aos processos de transformação de fundo. Submetemos os valores às regras na primeira semana de Janeiro quando Vénus fizer conjunção a Saturno e temos que separar as águas, cortar a direito no que for preciso, com Marte em Escorpião até princípio de Março,sendo que os dias em que podemos esperar maiores mudanças serão os do princípio de Fevereiro quando Vénus fizer conjunção a Plutão e quadratura a Urano e Marte estiver quadrado ao Sol em Aquário. Como Júpiter entra retrógrado na primeira semana de Janeiro- até à primeira semana de Maio, entre os 23 e os 13 graus de Virgem, temos a oportunidade de rever todos os princípios ou verdades com que lidamos com a saúde, o trabalho, detalhes de contas, análise de dados, prestação de serviços, como fazer crescer a árvore e a floresta, já que não podemos continuar sem concluir o que está pendente e sem rever o que pode ser optimizado. No espaço da retrogradação e Júpiter, Janeiro e Fevereiro exigem uma dedicação total e um grande sentido de serviço porque Júpiter estará conjunto ao Nódulo Norte, um tempo para se fazer exactamente o que tem de ser feito, em nome da ordem e dos interesses gerais, porque Mercúrio regente da Virgem, transita durante esse tempo primeiro o Capricórnio e depois o Aquário. O objectivo continua a ser sempre o do desenvolvimento de novas regras, novas bases, nova ordem, uma nova maneira de estar na vida, de tratar do corpo, das contas, da organização de vida, de tudo o que nos estrutura individual e colectivamente. Isto dura até Março e ao princípio da Primavera quando finalmente Urano e Plutão se afastam da órbita de quadratura que tanta transformação e ruptura exige.
Em Março, depois de tanto esforço de ordem queremos novamente sonhar ou pelo menos defender ideias de futuro, para o que ajuda a entrada de Marte em Sagitário, sínomimo de luta pela verdade, ao mesmo tempo que Júpiter seu regente, retrógrado em Virgem, faz oposição ao Sol em Peixes. Também Mercúrio e Vénus estão em Peixes, esta conjunta a Neptuno no dia 19 de Março, quando começa a Primavera, poucos dias antes de Saturno entrar retrógrado. O Inverno termina assim com uma nota de esperança que resulta de termos feito tudo o que tinhamos de fazer, passado a pente fino a lógica das coisas, reorganzidos vários sectores, limpo e deitado fora tudo o que não serve a ordem futura. Depois, da Primavera até Agosto, com Saturno retrógrado e Neptuno estacionário e retrógrado, será o tempo de rever os princípios que tão arduamente estruturámos este Inverno. O trabalho nunca está terminado….

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Sexta, 21/12- Nova estação, velhos problemas

É hoje o solstício de Inverno no hemisfério Norte, de verão no Sul, a festa de Yule na tradição pagã celta e o dia da nova era do calendário Maya. O Sol sai de Sagitário e entra em Capricórnio, na noite mais longa e no dia mais curto do ano. Começa um novo ciclo de luz: cada dia até ao solstício de Junho a Terra recebe mais tempo de Sol e é tempo de semear o que na Primavera há de surgir. São os ciclos da  cosmos que se refletem nos ciclos da Natureza e nos nossos próprios ciclos de vida. As posições planetárias hoje, para a hora em que se dá o ingresso do Sol em Capricórnio podem dar-nos alguns sinais sobre o que esperar do mês constelar que agora começa.

O Sol em Capricórnio pede sempre que olhemos com cuidado para as tarefas a executar, exige planeamento a longo prazo e um controlo da situação. Há que tomar as rédeas de forma responsável, apesar da quadratura à Lua em Carneiro fazer adivinhar que pode apetecer mais mandar tudo ás urtigas… Em causa está a consciência da falta de recursos e os contatos e comunicação tendo em vista o bem estar e as relações pessoais, ou financeiras.  Para isso contribui a Lua na casa II em trígono a Vénus e Mercúrio em Sagitário na cúspide da X.

A resposta está na reformulação de contratos- nódulo norte em escorpião na IX- que promovam profundas transformações na organização dos poderes e bens coletivos- Plutão na XI- enquanto se abrem simultâneamente  oportunidades de criar novas estruturas de poder  e de organização financeira- sextil a Saturno em receção mútua em Escorpião. Sarar feridas colectivas e estabilizar ideias de sociedade são consequências possíveis graças ao trígono de Saturno a Neptuno e Quíron em Peixes.

O dia traz uma grande carga que tanto pode ser espiritual como de confusão colectiva, já que para além de formalmente assinalar diferentes ciclos religiosos, tem Neptuno, o planeta do misticismo e alteração da consciência no ascendente do ingresso do Sol em Capricórnio- o sinal do que está à vista….

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Quarta, 4/1- Acção, em grupo

Confusão ou idealismo são as duas faces do que podemos sentir hoje quando a nossa vitalidade e sentido prático  forem postos à prova por um confronto com o colectivo. Queremos fazer parte das estruturas mas podemos estar iludidos quanto ao nosso lugar ou a resposta que recebemos.  Isto devido a uma semiquadratura do Sol em Capricórnio a Neptuno em Aquário que exige encontrar um equilíbrio entre os fundamentos da nossa vontade e o eco do grupo em que nos inserimos.

O resultado positivo depende de uma resposta criativa à tensão nas relações paralelamente estimulada por uma quadratura de uma teimosa Lua em Touro a uma Vénus mais preocupada com o social do que o privado.

O pragmatismo  e imaginação necessários ao dia de hoje têm também de responder à necessidade de equílibrio entre os objectivos que pretendemos  atingir e a consciência da nossa força ou limites. Isto pelo semi-sextil do Sol ao Nódulo Lunar Norte.

É possível levar a bom porto o empreendimento já que conta com o apoio de um trígono de Marte em Virgem e da Lua em Terra, num grande aspecto de Terra em que ego, vontade e emoções se conjugam para concretizar projectos em que a harmonia colectiva se tem de sobrepor às exigências de segurança individuais.

 


22/12- Responsabilidades, surpresas e generosidade

O Inverno começa com surpresas e desejo de abertura. No solstício, a  entrada do Sol em Capricónio estimula as responsabilidades, organização, a compreensão dos limites e a expectativa do retorno investido. Mas hoje, encontra-se com Urano em quadratura e sentimos a necessidade de libertarmo-nos de responsabilidades antigas ou somos sujeitos a acontecimentos inesperados que podem exacerbar comportamentos inconsistentes. Esperar o inesperado é o moto com Urano e não podemos esquecer que este avança para uma série de quadraturas a Plutão, ao longo de 2012, forçando mudanças estruturais radicais nos tecidos financeiros, politicos e sociais e na nossa inserção na organização colectiva. Ora, ao entrar em Capricórnio, e ao longo desta semana, este Sol ou as nossas responsabilidades  começam por ser postas em causa por forças maiores  com o quadrado a Urano para depois virem a ser transformadas com a conjunção a Plutão depois do Natal, dando-nos assim indícios das tensões e revoluções esperadas no próximo ano.

No entanto, o arranque desde processo beneficia à partida de um potencial de realização, abundância ou generosidade promovido pelo trígono do Sol a Júpiter em Touro, desde ontem facilitando a afirmação benéfica, bem sucedida  dos nossos fundamentos sejam eles espirituais, culturais ou financeiros. Para isso podemos contar com boa intuição e satisfação emocional graças ao trígono da Lua em Sagitário, pela tarde, em trígono a Urano.  Mas cuidado com uma imaginação delirante ou hábitos condicionados pelo sub-consciente que nos perturbam repetidamente, já que a Lua faz quadrado a Neptuno e ao Quiron.

“Euróscopo”- Disputas na organização interna

A entrada do Sol em Capricórnio traduz-se para a zona Euro e para a moeda comum no foco na organização e segurança interna, nos recursos próprios, sejam eles agrícolas, imobiliários ou do sub-solo. É também o período de concentração nas respostas populares ou da oposição às medidas governamentais tomadas na última Cimeira.  Os aspectos hoje de quadratura a Urano e trígono a Júpiter podem traduzir-se em disputas inesperadas entre os parceiros, potenciando rupturas ao mesmo tempo que a opinião pública e a banca aprova a disponibilização de fundos para fazer face á crise.

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