Terça, 18/10- A díficil busca de segurança

Depois da agitação dos dois últimos dias, alimentada em particular pela passagem da Lua pelo signo de Gémeos, a sua entrada hoje em Caranguejo faz-nos procurar a segurança e quietude em opções, ambientes ou situações que instintivamente nos garantam raízes e protecção contra as vicissitudes da vida. Mas a série de aspectos que a Lua hoje faz a Mercúrio, Vénus, Urano e Plutão não permite que essa busca de segurança seja facilmente satisfeita. A primeira coisa que acontece é uma quadratura a Urano retrógrado em Carneiro. Este aspecto é uma garantia de tensão emocional, alterações bruscas de humores e circunstâncias, impaciência e perturbações domésticas. De seguida, a Lua opõe-se a Plutão provocando emoções violentas como o cíume, rejeição ou transformações difíceis na organização familiar ou equilíbrio sentimental.
Logo, depois de sujeitos a surpresas e reagirmos compulsivamente vem o momento, com um trígono a Mercúrio em Escorpião para esta Lua nos levar a aprofundar o diálogo de forma a revelar as verdadeiras circunstâncias por detras das perturbações emocionais. E por fim, já pela noite, um trígono da Lua a Vénus em Escorpião permite relaxar, agendar assuntos, regenerar o corpo, as emoções e as finanças e ganhar alento assente numa maior confiança.

Nos céus da Zona Euro, a Lua em Câncer, pelos aspectos que faz nos diferentes horóscopos denuncia conflito nos processos de tomada de decisão. Por um lado está o instinto de protecção da política e interesses nacionais e por outro a noção do que é correcto fazer em nome da organização colectiva. Os apoios á defesa das preocupações nacionais falham e a tendência para reagir dramaticamente é acentuada. Mas o exercício tem uma vantagem acentuada pelos aspectos a Mercúrio e Vénus: identifica-se em detalhe os pontos de maior conflitualidade e torna-se possível agendar novos diálogos para equilibrar a dívida (Vénus em Escorpião).

Para o Governo de Passos Coelho, a comunicação da acção governativa é o ponto fulcral do dia, emsombrada apenas por dívidas antigas ou escondidas que vêm ao de cima. As tensões políticas são de carácter interno e uma vez mais, as dividas dos sectores dos Transportes, Media, Organização Interna e relações com a Espanha são o foco da necessidade de estabilização.

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