Hoje é dia de conflito interior entre a avaliação do que temos e o que pensamos que precisamos. O que temos, é visto como uma grande responsabilidade que é necessário gerir com uma perspectiva a longo prazo e que envolve mais gente, bens partilhados ou poderes comuns. O que precisamos é de projectos colectivos, iniciativas inovadoras, progresso e as reações tendem a ser impessoais apesar do empenho individual na gestão do problema. Não sabermos bem como compatibilizar os dois e seja qual for o eco, a forma como o sentimos tende a ser desencorajadora – mas não deixamos de apostar na diferença. Deve-se isto ao Sol e Lua mudarem de signo e se encontrarem em quadratura, um em Escorpião conjunto ao Sol, a outra em Aquário com Saturno em conjunção e quadratura e por fim ao sextil da Lua a Urano em Carneiro.
Todas as conversas têm necessáriamente de ser profundas e detalhadas, e apontam o caminho da regeneração do modo como partilhamos bens, empréstimos, heranças ou poderes. Mercúrio avança para um conjunção ao Nódulo lunar norte e está em sextil a Vénus em Virgem. Tentamos convencer um máximo de interlocutores das nossas ideias graças à oposição de Marte em Sagitário a Júpiter em Gémeos. O Sol em trígono a Neptuno em Peixes, hoje e nos próximos dias garante uma maior sensibilidade ao bem comum e o empenho em assentarmos o exercício da nossa vontade em ideais solidários.


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