Hoje e amanhã, são dias em que se agrava a pressão sobre o que tiver de ser mudado ou redifinido em profundidade e isso até pode acontecer de uma forma segura apesar de vir a suscitar reações críticas e especulações. É o Sol que chega hoje ao grau de Plutão, para onde avançava desde o Natal, depois de ter feito então quadratura a Urano e essa mesma quadratura de Urano a Plutão ter sido activada ontem na Lua Cheia de Caranguejo.
Ou seja, no quadro das grandes transformações estruturais em curso até 2015 que são pontuadas pela quadratura dos dois lentos, desde o Natal e até amanhã vivemos um período de desenvolvimentos fulcrais devido aos aspetos da Lua e do Sol. Este, conjunto a Plutão pode ser vivido como uma violência se não formos nós o motor de transformação profunda. O que estiver escondido tem de ser revelado e os dramas de poder e controlo são inevitáveis a menos que estejamos prontos a aliviar bagagem e deixar para trás velhas formas de organização de vida, de política ou de finanças. O sextil de Saturno a Plutão que também se mantêm desde há dias é o garante da possibilidade de reorganização ordeira com objetivos a longo prazo. Será que nos EUA republicanos e democratas conseguem chegar a acordo hoje, antes da abertura dos mercados, sobre o chamado precipício orçamental? Plutão rege a dívida, Saturno em Escorpião obriga à contenção das dívidas públicas ou privadas e o Sol hoje traz toda a luz sobre o problema.
Em simultâneo, a Lua entra em Leão exigindo a atenção para os interesses particulares mas Marte em Aquário mostra que é o que é preciso é uma visão global e não uma perspectiva partidária.


Que pena Úrano em Plutão não por os pontos nos (iiiii) a quem anda a lucrar indevidamente nesta dita crise global nomeadamente banca e outros intrujas.