Quinta, 7/5 – Contradições, conflitos e confusões. O coração na ponta da língua

São muitas as contradições que vivemos hoje. Por um lado vemos as várias opções em aberto e desejamos chegar a acordo com os nossos parceiros sobre o caminho a seguir. Por outro, temos alguma perguiça ou esquema e preferiamos não ter que nos explicar muito. Mas, por fim temos mesmo de entrar em conflito com nós próprios ou com os outros para sairmos de padrões repetitivos de comportamento ou situações ambíguas. 

Estes condicionalismos devem-se em primeiro lugar ao trígono crescente do Sol em Gémeos a Saturno em Balança. De seguida temos que lidar com o trígono de Mercúrio a Neptuno. E, por fim, a irritabilidade ou zanga deve-se à quadratura do Sol a Marte em Virgem.

É de referir também a mudança na forma como comunicamos. Mercúrio deixa hoje Gémeos para entrar em Caranguejo e em lugar da vivacidade e capacidades mentais do último mês, estamos agora muito mais influenciados pelas nossas emoções, mais receptivos mas também muito mais preocupados em falar das nossas necessidades emocionais e carências de raízes ou segurança. Com Mercúrio em Caranguejo temos o coração na ponta da língua. Com a quadratura do Sol a Marte, erguemos a espada e já que a Lua entra em Aquário pela tarde, em quincúncio a Mercúrio, ficamos confusos com as respostas do mundo à nosso interesse pessoal.  Não entendemos o que nos dizem porque não percebemos a leitura que é feita do que dizemos. É melhor ouvir antes de falar… Face a estes trânsitos, no cenário da crise do Euro podemos ver no trígono do Sol a Saturno a vontade dos dirigentes europeus de manterem o equílibrio das relações apesar da ambivalência de posições ( Sol em Gémeos), a articulação delicada das exigências nacionais ( Mercúrio em Caranguejo trígono a Neptuno em Peixes) e a divisão e conflito sobre os pormenores das propostas na mesa com a quadratura do Sol em Gémeos a Marte em Virgem. A Lua em Aquário remete todos os receios para as consequências políticas e sociais da falta de acordo. A quadratura de Vénus a Marte e de Urano a Plutão ilustram o óbvio motivo do conflito- as finanças e a hipoteca das instituições.

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