Domingo, 8/7- Não entregar cegamente a bolsa e o dinheiro…

Tal como ontem, hesitamos ou temos dificuldade em entrar em conflito acabando por ceder em nome de uma alegada paz mas não é esta a melhor atitude já que todas as questões na mesa necessitam de mão firme e mais tarde ou mais cedo vamos ter que encarar que houve quem tentasse abusar. É principalmente na área das despesas, das questões financeiras e das relações motivadas pelo dinheiro que o mal estar se pode instalar. Isto porque não só Marte em Balança está em quincúncio a Neptuno em Peixes como Vénus, regente de Balança faz um sesquiquadrado a Saturno e um quincúncio a Plutão. Ou seja, sentimo-nos divididos entre reconciliar o que de facto achamos que é correcto, equilibrado e, digamos, de custo certo com a espontaneidade e ligeireza que preferiamos que emanasse da relação. Este aspecto força-nos a definir prioridades e limites financeiros e nas relações para que nos possamos entregar a elas sem rancores posteriores.  Também o quincúncio de Vénus a Plutão reforça a necessidade de definirmos melhor que mudanças estruturais de facto queremos pagar. Com Mercúrio em Leão, a fazer vários aspecto a Vénus, Urano e Plutão, o melhor mesmo é ser muito claro a explicar exactamente qual é a nossa posição individual e contrariarmos a debilidade de Marte.

A clareza de propósito torna-se ainda mais essencial já que se aproximam aspectos que exigem grande definição de posições. Não só segunda feira a Lua activa a quadratura de Urano a Plutão, como Marte a partir de dia 13 afirma essa tensão e o Sol persiste em sesquiquadrado a Neptuno em Peixes, como se uma enorme tempestade estivesse a preparar-se nos mares, sejam eles literais ou os da nossa consciência ética sobre que em ideal de mundo queremos viver.

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