Durante todo o fim de semana as emoções são intensas. Levamos a sério o que intuímos serem traições, desejamos controlar as respostas alheias, aspiramos a dominar os processos de transformação, desde as mudanças dos móveis em casa a quaisquer conflitos em que o poder possa mudar de mãos. Há que transformar com controlo total e essa pulsão pode ter efeitos devastadores se formos contrariados.  Torna-se necessário distinguir o que é necessário do que é pulsão e relaxar dessa intensidade  mas isso é complicado pelo trígono da Lua a Neptuno em Peixes e quadratura deste ao Sol, Mercúrio e Marte em Gémeos. Há um sonho que queremos seguir, uma ilusão, que justifica o discurso e as posições tomadas mas tudo pode ser de facto uma grande confusão que tem de ser descodificada, principalmente coisas antigas que voltem à tona, com Mercúrio retrógrado conjunto ao Sol, a meio do seu tempo de retrogradação. Ter discernimento é o maior desafio deste fim de semana com os planetas em Gémeos a levarem-nos a julgar que percebemos tudo da realidade e Neptuno em Peixes a dissolver os limites da racionalidade seja com ideologia ou alteradores de consciência como o alcóol. Cuidado por isso com tudo o que alimente a falta de discernimento e cuidado também com os mecanismos de defesa exacerbados pela Lua em Escorpião que estimula vitimizações e vinganças.

A tela é do expressionista austríaco Egon Schiele 1890-1918

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