Era preciso ter algo seguro a que nos agarrar, aspiramos a valores sólidos, garantias financeiras e materiais, até amorosas mas não… as coisas não são assim tão certas.
Todo o sábado a Lua está em Touro, onde ilustra essa necessidade de segurança material e a simultânea rigidez interior face a incertezas. Perto do meio dia, a Lua faz quadratura a Júpiter para de seguida fazer quadratura a Vénus, ambos em Leão e chegar à madrugada,- antes de entrar em Gémeos,- com uma oposição a Saturno em Escorpião. Assim, é difícil, com o aspecto a Júpiter, que optimismo ou pessimismo tenham bases de sustentação e com a quadratura a Vénus a vulnerabilidade aumenta por excesso ou por defeito. No final, o confronto com Saturno esfria quaisquer ilusões e uma ordem maior sobrepõe-se às carências de base. É com cansaço e sabendo que no domingo a Lua em Gémeos traz mais do que uma opção que vai ser preciso analisar, que sábado chega ao fim depois de termos sido forçados pela quadratura de Mercúrio aos Nódulos a encarar o que num discurso proteccionista choca com o caminho do diálogo e dos acordos- o que é bom só para mim não é compatível com a concertação a dois. O Nódulo norte em Balança diz que todas as partes em jogo têm de ganhar e que o equilíbrio entre as partes é que é o desejado. O Sol está a caminho de, no domingo, fazer quadratura a Urano e aí veremos o que se pode deixar para trás e o que destabiliza o fiel da Balança.

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