Quem somos, o que sentimos, o temos para dar ou criar, no amor, nas artes ou em qualquer relação são as grandes perguntas e respostas que temos a formular este fim-de-semana durante o qual, em conversa ou análise pessoal conseguimos ir mais fundo, ver mais detalhadamente, mergulhar nas profundidades do ego e das motivações, à procura de iluminação. Sol e Vénus estão conjuntos em Leão a favorecer as grandes declarações de afectos, a dramatização dos sentimentos, a alegria de ser. Como Vénus está retrógrada e em trígono a Urano também retrógrado em Carneiro o passado regressa para ser revisto sob um olhar diferente mas com entusiasmo. Em simultâneo, também durante sábado e domingo a Lua está em Virgem, a tornar mais exigente a avaliação emocional. No Sábado a Lua faz conjunção a Júpiter e oposição a Neptuno o que exagera e confunde como tudo nos toca e pede por isso contenção na expressão tanto do entusiasmo ou fantasia como obsessão do detalhe. No domingo a Lua faz conjunção a Mercúrio e trígono a Plutão sendo este o dia ideal para pormos ordem ou dar nova ordem a sentimentos e coisas, no nosso íntimo, em casa, em família, nas estruturas em que estamos inseridos e queremos melhorar. O nosso amor próprio, o que valorizamos no amor, nas relações, nos investimentos é o que deve ser vivido e repensado este fim de semana, em detalhe, com empenho e alegria pela oportunidade de podermos corrigir rumos se for caso disso. Saturno em Escorpião faz semi-quadratura a Plutão em Capricórnio o que garante a sobriedade das conclusões.

“Amantes em Rosa” é uma tela icónica de Marc Chagall, pintada em 1915 em São Petersburgo, pouco tempo depois de se ter casado com a sua musa Bella Rosenfeld. Chagall fugiu da Rússia em 1922 quando a sua obra foi banida, considerada burguesa e individualista face aos suprematistas  Malevich e Kandinsky.

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