Procurar opções, contactos, informação, viajar com o corpo ou com a mente é o que nos move todo o fim de semana. A racionalidade e sentido prático facilitam os bons relacionamentos e é possível mudar muita coisa a um nível profundo. Mas a grande viragem é podermos começar a pôr em prática uma nova maneira de estar na vida e de amar o próximo e a nós próprios.  Nos últimos 44 dias, Vénus tem estado retrógrada em Leão o que representa um tempo de reavaliação do valor que damos ao nosso sentido de identidade e da forma e conteúdo do que temos para dar. O que valemos? O que vale aquilo que damos ou criamos? Qual o equilíbrio entre o orgulho e a generosidade? Essas questões devem ficar respondidas até sábado já que domingo Vénus entra directa e dádiva tem de ser posta em acção, mais ainda porque também Marte, regente das iniciativas e acção se encontra no mesmo signo praticamente em conjunção. Dotados, com Vénus directa, de uma nova postura amorosa interior pronta a se manifestar exteriormente, com Mercúrio e o Nódulo Norte em Balança regida por Vénus, vamos poder ter os diálogos e chegar aos acordos que permitam a materialização desse sentir revisto.  A Lua em Gémeos, todo o fim de semana, leva-nos mais longe na busca de contactos, em viagens ou aprendizagens que nos abrem opções, a contactos que conduzem à afirmação dessa identidade amorosa ou criativa, já que a Lua no sábado faz sextil a Vénus e Marte e trígono ao Nódulo e Mercúrio em Balança. O Sol em Virgem , todo o fim de semana, em trígono a Plutão em Capricórnio é o sinal do que vai acontecer: com atenção, dedicação, sentido crítico e ideais de serviço, podemos por em marcha transformações profundas na forma como organizamos a vida e a sociedade. Abrem-se as portas à resolução da crise dos refugiados….

A tela é do pintor francês do séc. XIX Jules Breton

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