Confrontos e mudanças parecem inevitáveis e o resultado depende da solidez dos princípios com que projectamos o rumo futuro. Apesar de procurarmos ordem e equilíbrio nas relações, contas, acordos com a Lua em Balança e Vénus seu regente em Capricórnio, os aspectos á conjunção de Mercúrio Plutão e a Urano não permitem evitar túmultos que se vão prolongar pela próxima semana devido à aproximação de uma quadratura de Marte ao Sol e da conjunção de Vénus a Plutão. Ou seja, se queremos outros valores, outras relações, se queremos outra estrutura para o que nos é caro, querido, – até para o orçamento de Estado, – então o conflito é inevitável porque Marte em Escorpião a defender a mudança desejada choca com o Sol em Aquário que simboliza o mundo em que estamos inseridos, as obrigações colectivas, a liberdade de pertencer onde agora queremos definir novas regras. A chave está em Saturno em Sagitário, que pede contenção mas de uma forma diferente devido ao trígono que se avizinha com Urano em Carneiro. Há que avançar com soluções originais mas bem fundamentadas, trabalhar a diferença a longo prazo e apostar nessa abordagem como oportunidade de concertação dos conflitos, com o sextil de Saturno ao Sol também na próxima semana.
A tela é de Edward Hopper



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