A semana começa com sinais claros de que há que ter os pés na terra, apostar em valores seguros, estudar bem a matéria e estar pronto a demonstrar que o que se propõe pode ser diferente mas tem que ser válido. As dúvidas surgem depois… Isto porque a Lua- que esteve todo o fim de semana em Touro a fazer-nos sentir a importância do que é real, palpável, -dinheiro, valores,- do que nos dá segurança e conforta os sentidos, chegada ao meio dia de segunda feira faz um trígono a Vénus em Capricórnio depois de manhã cedo GMT ter feito trígono a Júpiter e ao Nódulo Norte em Virgem, sinal de que tudo está estudado ao pormenor e podemos ambicionar uma nova ordem de valores a que nos agarrar. Tanta necessidade de segurança vem naturalmente de algum abanão ou situações tensas como as que derivaram da conjunção de Vénus a Plutão e quadratura a Urano, assim como a quadratura do Sol a Marte da semana passada a que se somou finalmente a oposição da Lua a Marte em Escorpião. O que temos para dar ao mundo – assinalado pelo Sol em Aquário- tem de ser diferente, inovador- Urano seu regente está em Carneiro- e para tal há que transformar as estruturas existentes, e a ordem do que temos e havemos nas relações de todos os tipos- íntimas, financeiras, transcendentes- com Marte em Escorpião e Plutão em Capricórnio. O trígono de Urano a Saturno em Sagitário diz que tem que haver novas regras e disciplina  nesse projecto novo e a entrada da Lua pela tarde em Gémeos via levantar todas as questões sobre a sua validade. Quanto mais sólidos forem os princípios que estamos a defender, melhores hipóteses de sucesso na sua apresentação com a Lua em Gémeos em trígono a Mercúrio em Aquário, antes de um trígono ao Sol amanhã.

A fotografia é de  Ponch Hawkes “The Watch that Lucy gave to Beci” 1987 e está na National Gallery of Victoria em Melbourne, Australia.

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