É possível hoje tomarmos consciência do que nos é essencial, em casa, em família, emocionalmente, no nosso mundo e darmos passos para separar o passado do presente porque acreditamos em algo maior que há que tornar realidade, com sentido prático e atenção ao detalhe. Nesta Lua Nova em Caranguejo,  – conjunta a Mercúrio e a Vénus, trígono a Neptuno, sextil a Júpiter e Nódulo Norte, oposta a Plutão, trígono a Marte e quincúncio a Saturno, que termina com uma quadratura a Urano e um trígono a Quíron – a ideia é lançarmos novas bases de segurança, com respeito pelo que realmente sentimos e a capacidade de abandonarmos velhas estruturas de que dependíamos para atingirmos graus mais satisfatórios de partilha. Há que ouvir a intuição arrumar a casa, as ideias e o coração e distinguir o que nos enche francamente as medidas. É tempo de semear o que poderemos colher na Lua Cheia de Caranguejo, em Janeiro próximo.

A  fotografia da Lua Nova é da NASA

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