Somos forçados este fim-de-semana a olhar para padrões que preferimos ignorar. Nas relações familiares, a dois ou financeiras, que desejaríamos equilibradas, pacificas, sem nada que ponha em causa o nosso sentido de justiça, levantam-se questões sobre qual é a verdade que tem de prevalecer e como proceder para re-equilibrar o status-quo. Deve-se isto à presença da Lua em Balança a partir do final de sábado e da quadratura de Vénus, regente da Balança, a Marte em Sagitário. Não só há, assim, conflito de interesses entre o que valorizamos e o que há que defender como o quincúncio do Sol em Leão a Plutão em Capricórnio, sábado e domingo, ilumina a dificuldade de compatibilizar o que desejamos ou quem somos com as forças que nos rodeiam.  Para complicar as coisas, o quincúncio de Júpiter em Virgem a Urano em Carneiro também nos leva a exagerar o que pensamos conseguir fazer, num excesso de optimismo ou entusiasmo que pode ter pouco fundamento  e más respostas.  A chave da resolução dos conflitos do fim-de-semana reside em reconhecer maus hábitos, baixar as expectativas, controlar o desejo e definir com razoabilidade os limites das relações.

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