O instinto de sobrevivência ou pulsão de controlo sobrepõe-se agora ao desejo de harmonia nas relações pessoais, políticas ou financeiras. Os conflitos tornam-se mais feios e devemos focar-nos no que nos é fundamental agora que o Sol sai de Balança e entra em Escorpião, em quadratura à Lua que sai da busca de segurança do Caranguejo para o sentido de identidade do Leão. Queremos ser donos de nós próprios e defendemo-nos assim, orgulhosamente, atacando as estruturas que há que destruir para dar lugar ao novo, com Marte em Capricórnio a sair da conjunção a Plutão e aproximar-se de uma quadratura a Urano em Carneiro, um aspecto que também pode trazer crises informáticas. Medos, compulsividade, sentimentos negros têm este mês de Sol em Escorpião ser transmitidos numa nova abordagem da forma e conteúdo do que partilhamos emocional física ou materialmente e que nos dê maior autonomia. Temos de ir ao fundo de nós próprios e de como nos entregamos para limpar processos viciados e abrir espaço para uma nova organização do que nos une ao outro individual ou colectivamente. Melhor do que querermos ser donos de tudo e de todos é não ter fantasias de grandeza e, da retaguarda, ajudar a estabelecer regras que a todos beneficiem, o que é possível mas difícil, graças ao quincúncio de Júpiter em Balança a Neptuno em Peixes.

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