Um mar de emoções, hiper-sensibilidade e carências obriga-nos hoje a renascer das cinzas e ultrapassar medos de perca de controlo ou de bases para o futuro. No entanto, estamos apenas a terminar um processo já que o novo grande ciclo estrutural começa em 2020. A Lua está em Peixes, conjunta a Quíron a pôr o dedo nas feridas de criatividade, amor, compaixão, bons sentimentos universais, faz quadratura a Vénus em Sagitário porque há ideias e entusiasmos que estimulam essa insegurança ou insatisfação e faz trígono a Sol e Mercúrio em Escorpião, o que permite repensarmos como queremos partilhar afectos e valores e a lógica e discurso para ultrapassarmos a crise. Tudo isto é passageiro e coloca-se no contexto do final de ciclo Saturno/Plutão, agora em semi-sextil ou último aspecto antes da conjunção que terá lugar em Janeiro de 2020, a 22 graus de Capricórnio. Hoje não só Saturno está em semi-sextil a Plutão como o Sol em Escorpião está em sextil a Plutão, marcos deste final de festa,  abertura do último capítulo antes de uma nova ordem estrutural que assinala o fim de ciclo que começou em Novembro de 1982, quando Saturno e Plutão estiveram conjuntos pela última vez a 27 graus de Balança. Assim, há que rever o que pessoal ou colectivamente temos andado a fazer desde essa data de 82 e aproveitar este final de semana para arrumar atitudes de controlo, sistemas de organização e contas a caminho desse novo ciclo, dentro de dois anos. Pelo final da tarde a Lua passa para Carneiro e o impulso para agir sobrepôe-se ás reações emotivas.

Imagem: Poster dos anos 80 do colectivo feminista SeeRed
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