Durante todo o fim-de-semana temos a oportunidade ou somos forçados a finalmente darmos uma volta profunda aos princípios, regras e estruturas de que temos dependido no último ano e abrirmos caminho para uma nova fase de organização, como se o ano novo só começasse agora que Sol e Plutão fazem conjunção em Capricórnio e Mercúrio entra directo depois de estar retrógrado desde 19 de Dezembro.  Qualquer conjunção de Sol a Plutão, em que signo seja, traz compulsividade, revela sombras, põe fim ao que está caduco e obriga a uma morte e renascimento das energias vitais envolvidas, no caso do Capricórnio, das energias que regem a nossa ordem de vida pessoal, profissional, financeira, mas também colectivamente, como sociedade. Vão-se os anéis, ficam os dedos e podemos começar a pensar noutra lógica em que assentar as novas estruturas com Mercúrio a virar directo em Sagitário, onde também está Saturno, regente do Capricórnio. O objectivo é sermos cada vez mais donos das nossas próprias estruturas ou dos processos de partilha e isto porque racionalizamos o que nos parecer estar certo, ser a verdade, o caminho a seguir, os fundamentos do que vai ser a futura actuação. A ajudar, a Lua em Touro todo o fim-de-semana põe-nos os pés na Terra para garantir a segurança apesar das mudanças e os sextis que faz aos planetas em Peixes, Vénus, Neptuno, Marte e Quíron ilumina oportunidades de, com generosidade, inspiração, suavidade e sentido de regeneração sararmos algumas feridas antigas que ainda dóiem com Saturno em quadratura a Quíron. É um fim-de-semana para mudar qualquer coisa porque acreditamos ser esse o caminho. As manifestações destes trânsitos também incluem avarias nos aparelhos, fim ou princípio de obras, trabalhos, férias ou a necessidade de melhorar as condições gerais e os aspectos particulares. Quietos é que não!

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