É difícil que tudo fique na mesma hoje e o mais provável é  sermos obrigados a olhar para as estruturas de que dependemos  ou com que inter-agimos sob uma nova perspectiva, mesmo que custe ou que nos queiramos agarrar ao passado. A Lua está em Capricórnio onde faz conjunção a Plutão, estímulo à compulsividade, a algum dramatismo e a grandes reviravoltas na ordem das coisas, com o que era, a deixar de ser e, o que vai ser, a surpreender-nos porque não sabemos o controlo que temos dos processos, apenas que algo está a mudar. Tudo isto é amplificado através das relações com os outros, com a Lua e Plutão a fazerem quadratura a Júpiter em Balança, mas o que queremos mesmo é defender quem somos, o nosso próprio sentido de identidade com Vénus, regente da Balança em Leão, assim como uma conjunção de Marte,  Nódulo Norte e Mercúrio retrógrado, trígonos a Urano em Carneiro. Trabalho, saúde ou questões de serviço estarão certamente no centro das atenções com o Sol em Virgem e a grande questão é de como integramos – ou não – os nossos esforços com os de quem nos rodeia, devido à semi-quadratura do Sol em Virgem a Júpiter em Balança- mas não é preciso fazer nada de definitivo já hoje – Mercúrio está retrogrado até dia 6 e até lá é melhor reflectir sobre a lógica pessoal que seguir nos encontros e desencontros da vida pessoal e profissional. O trígono de Saturno em Sagitário aos planetas em Leão é um bom indicador de que beneficiamos com uma estratégia a longo prazo que inclua a avaliação do lugar de cada um no puzzle em construção. Sem pressa, mas com precisão.

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