Depois das emoções e confusões dos últimos dias, o que apetece é ter iniciativas, ser  assertivo, exercer a vontade de maneira a que todos vejam as consequências. No entanto, há razões de força maior, limites e responsabilidades que nos impedem de ser voluntarioso. Assim, esta sexta-feira é marcada pela necessidade de nos submetermos a regras, horários, pressões externas, uma qualquer ordem,  apesar de o impulso ser o de agir. A Lua em Carneiro regida por Marte em Aquário é o instinto de querer agir sobre o grupo, o colectivo, inovar, ter iniciativas, independentemente da sua razoabilidade. No entanto, uma quadratura da Lua a Saturno em Capricórnio obriga-nos a reprimir todos os gestos que não tenham boa fundamentação,  sentido prático ou perspectiva longo prazo. Sentimos assim duplamente a frustração, primeiro pela conjunção da Lua a Quíron e de seguida pela quadratura a Saturno. Acabam por ser útil esses limites porque podem dar uma forma mais correcta à informação que se quer passar ou que se tem de ouvir, ambas ameaçadas pelo quincúncio de Sol e Mercúrio em Gémeos a Plutão em Capricórnio que exige toda a atenção ao poder das palavras, dos números, da lógica do que ser quer mudar. Não é dia para correr mas sim para escolhermos bem os passos.

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