Mais uma semana de emoções intensas é o que os Céus nos propõe neste final de Abril. Há três cenários astrológicos interligados que conduzem uma narrativa de crise e tensão entre a nossa segurança física, material, económica e uma transformação política e financeira global sobre a qual não tempos controlo.
Em primeiro lugar continuamos no coração de um furacão de conflitos dada a grande concentração de planetas em Carneiro, signo da vontade cega, determinação e guerra. Em segundo lugar, e por causa desse clima de instabilidade política global, estamos sujeitos uma tensão maior entre a segurança material, física e as forças de transformação políticas e sociais activas sobre as quais não temos controlo. Por fim, é nas relações que tudo se joga, sejam elas pessoais, diplomáticas ou financeiras, áreas onde temos de estar preparados para um embate transformador. O que tinha um valor, passa a ter outro, mais em acordo com o mundo novo que se está a forjar.
Na segunda feira dia 20, Marte está ainda conjunto a Saturno em Carneiro, o que, apesar de ser um bloqueio- ou um cessar fogo- não deixa de ser um travão frágil porque Marte está em casa e Saturno está fragilizado neste signo. O sextil que fazem à Lua em Gémeos, que por seu lado está trigono a Plutão, permite perceber que há vários ângulos e que todos querem vingar. A Lua faz também quadratura aos Nódulos Lunares o que simboliza a tensão de termos as emoções num sitio e o compasso de navegação noutro, mais complicado ainda por tudo se passar em signos duplos, Gémeos e Peixes. É também segue da feira que o Sol, a energia vital, o foco de luz entra em Touro, signo fixo, de Terra onde a segurança material, os recursos naturais, a economia global e as nossas poupanças pessoais são o valor a defender. Ora, desde segunda, até domingo este foco na segurança e valores materiais avança para uma tensão máxima com as forças de transformação em plena actividade global, numa quadratura entre o Sol em Touro e Plutão em Aquário. Trata-se da primeira quadratura do Sol a Plutão desde que lhe fez conjunção em janeiro deste ano, Foi em Janeiro que o governo iraniano massacrou milhares de civis que protestavam e que os EUA ameaçaram intervir militarmente e começaram a elaborar e constituir um plano de intervenção militar contra Teerão, maior ainda do que para a invasão do Iraque em 2003. Temos assim esta semana o confronto antevisto desde janeiro.
Na terça dia 21, Marte já não está preso nos anéis de Saturno, avança pelo Carneiro conjunto a Mercúrio com declarações de intenção e confronto e a Lua pela tarde entra em Caranguejo: torna-se mais fácil o exercício da vontade ou esforço bélico e é para a segurança doméstica, nacional que todos olhamos com outro olho no que se sente já como efervescência económica. Vénus que rege o Touro onde o Sol se encontra aproxima-se de uma conjunção exacta a Urano na quinta feira, mas tecnicamente toda a semana já se vive a ameaça da imprevisibilidade económica que pode afectar investimentos, bolsas e moedas.
Assim decorre a semana, agressiva, imprevisível, transformadora, até que domingo Urano entra em Gémeos, signo em que se encontra no horóscopo natal dos EUA nascido da guerra da independência, signo a que voltou quando os EUA tiveram a guerra civil e onde esteve ainda quando os EUA se envolveram na Segunda Grande Guerra, cada ciclo de cerca de oitenta anos e que agora se repete até 2033. Inovação tecnológica, cripto moedas, a digitalização da economia, tudo isso promete esta semana o ingresso de Urano em Gémeos conjunto a Vénus, uma nova vida quem sabe, sem moedas nem notas de papel… Em suma, uma semana em que temos de estar preparados para extremos.
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