Depois de um mês de empenho no diálogo, a partir de hoje e nos próximos trinta dias, apesar de continuar a ser necessária a concertação, a energia vital radicaliza-se no tudo ou nada, no vencer ou morrer e acima de tudo na necessidade de renascermos das nossas próprias cinzas. O Sol sai da Balança onde o equilíbrio das partes era o que mais se ambicionava para entrar em Escorpião onde o controlo das situações, relações, matéria, poder, vida e morte é o que nos faz mover individual e colectivamente.  Neste ingresso depois das 13 horas GMT, o Sol faz trígono à Lua conjunta a Neptuno em Peixes o que significa que o carácter fixo ou obsessivo do Escorpião é aliviado pelo lado sonhador, idealizador, difuso dos outros dois planetas no signo do espírito das coisas e como a Lua, ainda amanhã, faz oposição a Vénus  – que por seu lado, conjunta a Júpiter e Marte em Virgem, faz trígono a Plutão em Capricórnio- no ar paira grande expectativa- que pode ser surreal- sobre as mudanças que se desenham na forma como se organiza a vida e a sociedade.  Algo está a mudar, as mudanças são profundas, a idealização é grande mas ainda há passos a dar até à Lua Cheia de dia 27, a próxima terça-feira, dia em que para além da oposição da Lua ao Sol, Vénus estará em quincúncio a Urano e Mercúrio a fazer-lhe oposição. Ou seja, os processos de transformação que hoje se anunciam só se revelam na sua totalidade na próxima terça-feira, dia em que as liberdades ou rupturas simbolizadas por Urano se tornam incontornáveis. Hoje a quadratura à Lua de Saturno em Sagitário, no momento do ingresso do Sol em Escorpião, anuncia as restrições ás fantasias e a dureza dos processos que não tenham objectivos sólidos a longo prazo

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