Estamos a entrar em terreno novo depois do eclipse de Lua Nova de ontem e o dia divide-se em duas partes. Na primeira, até meio da tarde GMT, com a Lua ainda em Peixes, a hiper-sensibilidade comanda as percepções e reações. Na segunda, quando a Lua entra em Carneiro e faz trígono a Marte em Sagitário, estamos prontos a desbravar novos mundos, defender verdades com toda a gana e apostar em dar tudo por tudo para fazermos diferente e abrir horizontes.  Em causa está a resolução de feridas íntimas, dores antigas, carências amorosas ou de aceitação que, hoje e amanhã, com o Sol em Peixes conjunto a Quíron e opostos ao Nódulo Norte, vamos mesmo ter de resolver. Como? Com racionalidade, pragmatismo, sentido de serviço, devido ao trânsito de Júpiter em Virgem mas também sabendo exprimir fé, esperança, dádiva, compaixão e amor com Mercúrio também hoje e amanhã conjunto a Neptuno em Peixes. Pode ser muito bom, uma experiência libertadora que nós próprios temos capacidade de activar.

A pintura representa Diana, deusa da caça, pelo francês Guillaume de Seignac 1870–1924.

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