Estamos ainda a viver sentimentos intensos depois da Lua Cheia em Escorpião da madrugada de sexta-feira, com a certeza porém de que algo de novo vai surgir deste processo que representa, se conseguirmos manter uma certa racionalidade, o passo certo para nos libertamos de condicionamentos antigos e atendermos ao que de facto vale a pena defender. Dois dos cuidados a ter são separar a ilusão de que tudo podia ser cor-de-rosa e a pulsão de que poderíamos controlar factores  exteriores. A Lua em Escorpião faz um trígono a Neptuno em Peixes que pode toldar a percepção do que está realmente em causa e, por estar num signo regido por Marte e Plutão, pode fazer-nos recear não dominar a situação o que acende instintos  desapropriados quando o  necessário é o domínio dessas mesmas  pulsões.  Com Marte e Plutão retrógrados são velhos temas sobre como nos afirmamos em relação e partilha que têm de ser revistos e porque Vénus está conjunta a Urano em Carneiro também regido por Marte, é tempo de franca revolução nos afectos e nas posses.  Convém não abandonar a racionalidade no meio de tanto ímpeto e para isso temos a ajuda de Mercúrio em Touro em trígono ao Nódulo Norte em Virgem: pensar e fazer contas ao que é importante e nos dá segurança é fundamental para levar as mudanças a bom termo, mesmo que seja devagar mas que tenha em conta todos os detalhes.

O desenho é de Max Ernst, 1920

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948-620-282

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