Todo o fim de semana, enquanto aspiramos a um mundo melhor, o sentimento que domina é o do paradoxo, como se afirmássemos duas verdades, válidas isoladamente mas que não fazem sentido em conjunto. Deve-se o sonho e a sensibilidade em viver os ideais à conjunção da Lua a Neptuno em Peixes que, em trígono ao Sol e Vénus em Caranguejo têm como foco a segurança pessoal, nacional, a garantia de raízes.  No entanto, a Lua está conjunta ao Nódulo Sul e naturalmente oposta a Júpiter e Nódulo Norte em Virgem o que implica que não podemos ir atrás de ideologias ou fantasias e há que trabalhar os detalhes concretos, com sentido prático e uma perspectiva de futuro. Não só  temos esse choque com realidade como um quincúncio de Mercúrio em Gémeos a Marte retrógrado em Escorpião provoca essa sensação de impossibilidade de resolver as questões que nos dividem satisfazendo todas as exigências e opções que queremos cumprir. É esse o paradoxo que perturba o fim de semana- como garantir o melhor de dois mundos.

O desenho é do holandês Escher

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