Vida privada ou trabalho, intimidade ou representação, emoções ou responsabilidades são algumas das polaridades que chegam a um ponto de culminação hoje, na Lua Cheia de Capricórnio, oposta ao Sol em Caranguejo. Na Lua Cheia atingimos o auge do que semeamos na Lua Nova, neste caso a 4 de Julho, quando Sol e Lua se encontraram a 12 graus de Caranguejo numa promessa de novas bases emocionais, familiares que desde lá se desenvolveram e hoje se confrontam com a carência de ordem, a necessidade de planeamento, o instinto de controlo a longo prazo, a ambição de realizar, sem perder o pé, as rotinas e a segurança do que nos é conhecido. Saturno regente do Capricórnio, em trânsito retrógrado em Sagitário, trígono a Vénus e Mercúrio em Leão ajuda a exprimir com brio ou mesmo dramatismo o que sabemos e sentimos, mas sempre sem fantasias, devido a quadratura a Neptuno. O trígono de Marte em Escorpião ao Sol em Caranguejo, sextil à Lua que está  em quadratura a Urano, quincúncio a Marte traduz-se numa grande capacidade de regeneração das motivações, com confiança no propósito mas torna-se necessário dominar a impulsividade e o desejo de ser diferente, senão a frustração é garantida. Em resumo, uma Lua Cheia em que nos confrontamos com a necessidade de estruturar novas bases de segurança emocional, familiar, nacional, e para o qual estamos cheios de energia e determinação, com o risco de irmos longe de mais já que esse impulso é incompatível com a verdade interior.

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