Está a chegar ao fim um tempo em que nos focámos na casa, família, rotinas, no que é nosso, na segurança emocional. A partir de amanhã temos de nos centrar em quem somos e o que temos para mostrar ao mundo, com o Sol a sair de Caranguejo e a entrar em Leão. Mas o conflito  entre a defesa dos interesses e o eco das respostas é inevitável  já hoje com a Lua em Aquário a pedir a inserção em grupos ou a fazer-nos sentir vulneráveis face ao colectivo, em quadratura a Marte em Escorpião que estimula a acção transformadora da nossa parte de responsabilidades e dependências. O amor-próprio e o discurso pessoal acaba por ser posto em causa, divididos que estamos entre o que pensamos vemos mas que é fruto da fantasia – com Vénus e Mercúrio em quincúncio a Neptuno e a zanga de saber que temos de mudar de atitude e conversa se quisermos ter o controlo dos processos – com o quincúncio desses planetas a Plutão em Capricórnio. Em resumo, amor e finanças estão na baila, neste último dia em que a segurança tem mais peso do que o orgulho. Mas é difícil termos o apoio que esperarmos se não estivermos prontos nós próprios a mudar a nossa parte da organização das coisas.

A tela é do catalão Juan Miróastro_w2gw_28_carta_do_dia.55066.3656

 

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