Toda a atenção está nas relações a dois, contratuais, políticas ou financeiras e o momento é de acordarmos para a realidade e re-criarmos equilíbrios de poder, segundo o que idealizamos, mesmo que isso implique acções drásticas. Até à Lua Nova em Escorpião no domingo estamos sob Céus tensos que exigem que se reformule  ou ponha cobro a relações, equilíbrios e interdependências cujo formato já não é adequado ao modelo prático, eficaz, estruturante a longo prazo que se pretende. Hoje a Lua faz conjunção a Júpiter em Balança e fica na Balança até à Lua Nova, tempo de olharmos para a justiça de posições nos relacionamentos seja qual for a sua natureza e depois dessa avaliação nos reposicionarmos no dia 30. Também, daqui até à Lua Nova, Vénus, regente da Lua em Balança, aproxima-se de uma conjunção exacta a Saturno em Sagitário  que nos vai revelar os limites e responsabilidades a longo prazo que exigimos e aceitamos no quadro dessas relações. Sol e Mercúrio conjuntos em Escorpião esperam pela conjunção da Lua Nova para emocionalmente aceitar o que desde hoje e até lá se discute, com Marte e Plutão, regentes do Escorpião, em trânsito em Capricórnio a exigir acções concretas, estruturantes de uma nova realidade e responsabilidade a longo prazo. A quadratura de Marte a Urano em Carneiro é o golpe que despoleta as reações que têm que levar a uma nova organização mais eficaz das coisas, com Urano em paralelo ao Nódulo Norte. Temos pela frente, até à Lua Nova aspectos que trarão um máximo de tensão a quem quiser resistir à necessidade de mudança.

Fotografia de Cartier-Bresson

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