Controlar ou não as situações, sentir no estômago todas as emoções e tentar ultrapassar os piores receios é do que é feito o fim-de-semana com a Lua sempre em Escorpião a estimular desconfiança,  desejo de controlo, questões de poder na sua vertente mais sombria e a possibilidade de ajudar a processos de regeneração dos outros ou próprios se vivermos esta Lua como cura, resultado de uma morte e renascimento, libertação de dependências emocionais a ultrapassar, a bem ou pela força. Com Sol e Mercúrio retrógrado em Virgem há que trabalhar, servir, cuidar, estar atento aos detalhes, ter sentido crítico e tentar ver a floresta para além das folhas. Vénus em Leão puxa para o contrário: há um outro lado fortemente  desejoso de festa e reconhecimento mas as quadraturas de Vénus a Urano e à Lua no sábado não permitem todo o brilho que se desejaria.  Também em Leão estão Marte e Nódulo Norte conjuntos e isto é um aspecto importante porque permite fazermos o que temos de fazer, por nós próprios, mais ainda porque Marte toca no ponto do eclipse de dia 21 o que põe em marcha o que tiver sido semeado nessa altura. É um fim de semana com energias fortes para começar a executar com noção de detalhe e bom planeamento o que queremos que venha a desenrolar-se no final de Setembro quando Plutão entrar directo. A grande questão deste sábado e domingo é se controlamos ou não o processo. Mas o único controlo possível é sobre os moldes da nossa própria participação.

 

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