Tudo é sentido com paixão, intensidade, desejo de controlo, tanto sábado como domingo, vemos o pior e o melhor que há em tudo e a isso reagimos para proteger ou vingar o que nos é querido. É a Lua em Escorpião, sábado, domingo e ainda na manhã de segunda-.feira, que dá o mote para essa perspectiva profundamente sentida das interacções que nos ocupam, no amor,  em casa, na paz e na guerra, certamente sobre qualquer tipo de relação que não prove ser justa, equilibrada, correcta, já que o Sol está em Balança e Vénus em Virgem está atenta a todos os detalhes e contabilidade emocional.

Hiper-sensíveis, atentos a falhas e á necessidade de superar o que nos perturba o sentimento de pertença, não podemos no entanto dizer tudo o que nos apetece. Há que ter cuidado  com a forma como nos exprimimos com Mercúrio em Virgem obcecado com os pormenores em quadratura a Saturno em Sagitário que pede uma visão esclarecida de conjunto, a pensar no futuro.  Essa tensão entre o infinitamente pequeno e o grande, entre a folha e a floresta é complicada ainda mais pela presença de Júpiter em Balança – que nos permite expandir através dos relacionamentos, em oposição a Urano em Carneiro que nos puxa para agirmos unilateralmente.

É um fim de semana para morder a língua, encontrar meios termos e apostar em relações justas porque também nós fomos capazes de controlar a nossa parte.

Tela de Chagall

 

 

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