Os dois primeiros dias deste ano dão o sinal do que vai ser o ciclo de dois anos que se avizinha até alcançarmos os resultados agora almejados.  O que se pretende intensamente, já,  é um novo grau de segurança emocional, doméstica, nacional. O que se tem pela frente é a necessidade de ordem, estrutura, princípios e regras a longo prazo, pre-requisitos para atingirmos essa nova base de tranquilidade, seja ela uma casa, uma familia, outras rotinas, ou outra organização dos interesses nacionais se pusermos a questão em termos políticos.

O ano começa com uma Lua Cheia em Caranguejo na madrugada de dia 2, mas com a Lua já nesse signo a 1, oposta sucessivamente a Saturno, Vénus, Sol e Plutão, todos em trânsito no Capricórnio ilustrando a Lua o desejo de ninho, rotinas, tradição e os planetas em Capricórnio as energias de reorganização das estruturas de que dependemos e que nos devem levar a novo patamar de segurança e controlo da situação quando Saturno, Plutão e também Júpiter se encontrem por conjunção em 2020 neste signo. O semi-sextil de Urano em Carneiro a Quíron em Peixes ajuda-nos, porque Urano está ainda retrógrado a repensar as iniciativas a ter que possam curar feridas antigas de amor, entendimento, aceitação. Urano entra directo na quarta-feira dia 3 e a acção passa a primar sobre a reflexão. Será com sentido de urgência que daremos, a partir de então, os passos para levar por diante o projecto com que sonhamos neste arranque de ano, com a  Lua Cheia em trígono exacto a Neptuno em Peixes, e em trígono também a Marte e Júpiter em Escorpião, os dois instrumentais para as grandes medidas de restruturação necessárias nas nossas vidas. É uma Lua Cheia de promessa de mudanças ideais mesmo que isso implique esforço e paciência. Vai valer a pena, diz o semi-sextil de Júpiter a Plutão.

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