A sensibilidade está hoje à flor da pele e factos e ficção confundem-se tal é a emoção que domina todas as perspectivas. Pode ser um dia óptimo para as artes mas não é certamente uma  dia bom para naturalmente termos uma visão lógica do que está em causa. A Lua entra em Peixes depois do eclipse em Aquário de ontem, faz conjunção a Vénus e as preocupações da vésperas com o futuro do mundo em que estamos inseridos tornam-se questões emocionais cuja defesa fica ainda mais confusa pela quadratura de Marte em Sagitário a Neptuno também em Peixes. Felizmente que para dar forma a tanta sensibilidade temos Saturno em Capricórnio em sextil a Vénus em Peixes: compaixão sim, mas que sirva um propósito a longo prazo e tenha um plano bem delineado. Também não podemos ficar apenas a divagar e temos de tomar consciência do que está em causa com o septil de Saturno ao Sol e a Mercúrio, ambos em sextil a Urano em Carneiro que nos impele à acção. Mas o que fizermos, guiados pela sensibilidade, tem de ter longo alcance e não ser apenas a expressão de emoções profundas mas difusas.

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