É hoje pelas 9 da noite o  eclipse parcial do Sol na Lua Nova de Aquário, conjunta a Mercúrio e sextil a Urano, regente do Aquário, em trânsito no Carneiro. Que esperar deste encontro dos astros?  Quem tiver o Sol, planetas pessoais ou ângulos do horóscopo natal perto dos 27 graus de Aquário – aniversário hoje -ou em oposição ou quadratura, ou seja a 27 graus de Leão, Touro ou Escorpião – aniversários em 21 de Agosto, 19 de Maio ou 20 de Novembro –  será quem mais fortemente vai sentir a chamada para um qualquer tipo de mudança, na área de vida que corresponda à casa natal onde cai o eclipse.  Para esses e para todos é bom pôr em contexto este eclipse e para isso devemos pensar nos desenvolvimentos associados aos eclipses desta série – no eixo Leão/Aquário -ne que ocorreram a 11 de Fevereiro de 2017, a 7 de Agosto de 2017, a 31 de Agosto de 2017, a 31 de Janeiro passado e hoje. Faltam ainda os dos próximos dias 27 de Julho, 11 de Agosto e 21 de Janeiro de 2019.  Trata-se de um percurso em que nos redefinimos pessoal e colectivamente, quem somos, qual é a nossa força criadora, amorosa ou sentido de identidade e como nos articulamos em grupo, em sociedade. Como Urano regente do Aquário tem estado sempre em Carneiro, isto obriga a tomarmos individualmente iniciativas para acudir ao colectivo. Nesta Lua Nova e eclipse, com Mercúrio conjunto, é um novo discurso, uma nova lógica de grupo que temos de instaurar, por força do gesto pessoal que é uma defesa de ideias de futuro porque Marte regente do Carneiro transita o Sagitário, pedindo uma regeneração das forças de poder com Júpiter regente do Sagitário em trânsito em Escorpião. O semi-sextil dos planetas do eclipse a Quíron em Peixes  lembra que será um primeiro grande passo para curar feridas antigas e incongruências que a todos molestam. Saturno em Capricórnio, neste eclipse em sextil a Vénus em Peixes é a garantia de que nada do que fizermos com o coração será um disparate, antes pelo contrário, devemos deixar que o coração dite como organizar o que hoje podemos começar a mudar, por nós próprios e pelo mundo de que fazemos parte. Mãos à obra!

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