Comunicação, organização e sentido prático são os motores do dia, a caminho do fim de uma determinada ordem das coisas domésticas, familiares, imobiliárias ou mesmo nas políticas e governos,  no eclipse de Lua Nova em Caranguejo, oposto a Plutão na madrugada da próxima sexta-feira 13. Quanto mais dedicados e eficientes melhores as hipóteses de nos começarmos  a sentir confiantes de que tudo vai correr bem e que as revoluções de vida são afinal bem planeadas. É a Lua em Gémeos – em sextil ao seu regente Mercúrio em Leão – e Vénus em Virgem – regida por Mercúrio – em trígono a Urano em Touro e na órbita de um trígono a Saturno, que ajudam à troca de informações fundamentada na lógica do que pretendemos conquistar como bases de segurança em casa, em família, como nação – o Sol regente do Leão está em Caranguejo- que alimentam uma agitação prática, com propósito e cuidados de forma a preparar o terreno para as potenciais mudanças de fundo que podem vir com o eclipse. O optimismo crescente vem com Júpiter a ficar estacionário – o que o torna o planeta mais potente hoje dos Céus- depois de estar retrógrado desde Março, tempo em que revemos como pôr em marcha as revoluções de vida que agora podem voltar a estar na agenda. Júpiter entra mesmo directo no eclipse e por isso não há dúvidas que mudanças a haver serão poderosas. O perigo está na exacerbação de sentimentos religiosos, ideológicos, políticos a justificar o ir longe demais, canalizado pelo Nódulo Norte em Leão em trígono a Quíron em Carneiro, sextil a Marte em Aquário que pode estimular cegamente fazer o que tiver de ser feito para nos sentirmos menos injustiçados ou insatisfeitos com a nossa própria capacidade de acção.

Imagem: NASA- Polo sul de Júpiter tirada pela sonda Juno

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