Era bom conseguimos hoje os avanços necessários para que o eclipse de amanhã não seja mais do que uma constatação do que se progrediu, do que se pode deixar para trás, do que não faz mais falta, do que nos pode projectar de uma forma mais criativa, pessoal, virados já para futuro. Era bom conseguir isso e isso é possível graças a um poderoso trígono de Vénus em Virgem à Lua conjunta a Plutão em Capricórnio, ambos em sextil a Júpiter em Escorpião, com Vénus em oposição e Plutão e Lua em sextil a Neptuno em Peixes. Estes aspectos permitem verdadeiras revoluções no detalhe que correspondam ao que sonhamos atingir. Mas dão trabalho. A principal dificuldade é no entanto a de sermos capazes de abandonar amarras compulsivas, dependências emocionais ou estruturais que não servem mais o seu propósito se quisermos seguir em frente. Para dar este salto é preciso re-considerar a lógica pessoal, re-fazer o que não tinha ficado bem feito, re-pôr a ordem onde está confundida, com a ajuda de Mercúrio desde ontem retrógrado em Leão e também de Marte, Saturno, Neptuno, Plutão e Quíron retrógrados. No fundo não estamos a fazer nada de novo, apenas a dar espaço ao novo, e isso é que é novidade porque implica uma mudança de hábitos, reacções, projectos. O Sol conjunto ao Nódulo Norte toda a semana corresponde a esse apelo para um “novo Eu” que amanhã o Eclipse da Lua pode potenciar.

 

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