Está muito a acontecer e a tendência é para irmos atrás do que nos entusiasma ignorando as zonas de sombra ou o que dói. No entanto, é preciso pôr o dedo na feridas e aproveitar também os trânsitos do dia para navegar essas águas e curar de vez, pelo reconhecimento e consciência do que está na sua origem, velhas feridas que não nos deveriam mais afectar.

A chave está em não agir impulsivamente, não reagir intempestivamente, não exagerar o que está bem fingindo que não se vê ou sente o que está mal. Sol, Júpiter e Mercúrio retrógrado estão em Sagitário em quadratura a Marte em Peixes e o mal estar tende a ser difuso enquanto  em simultâneo a Lua em Leão em quincúncio a Neptuno também confunde orgulho e a afirmação de sentimentos. A complicar temos também uma semi-quadratura de Júpiter a Plutão que alimenta vitimização e tiranias, energias que temos de saber transformar, a começar pela nossa própria abordagem à vida, sem exageros nem obsessões, mas com um máximo de seriedade. Vénus já está quase em oposição exacta a Urano e é possível estarmos já a fazer face a encontros ou rupturas inesperadas ou nós próprios a descobrir que queremos outro tipo de equilibrio nas relações. Não é o tempo para compromissos cegos mas sim para seguirmos a nossa própria consciência, reconhecidas e corrigidas as sombras que toldam a verdade. O Nódulo Norte em Caranguejo em trígono a Quíron em Peixes orienta-nos no sentido de encontrar assim, por nós próprios, novas bases de segurança emocional.

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