É um fim-de-semana duro em que sentimos a pressão do que podemos ou não fazer mas também a pressão do que há que fazer, forçados ou prontos a deixar para trás situações e regras que não são mais adequadas a uma visão e lugar no mundo de futuro. Esta revisão do ordem estabelecida não é mais do que o preâmbulo para na Lua Nova de segunda -feira plantarmos um modelo novo de relacionamento com o colectivo. Com a Lua, de sábado a domingo à tarde, em Capricórnio, conjunta a Saturno, conjunta a Plutão e quadrada a Marte e a Urano em Carneiro, ambicionamos mais poder, mais controlo sobre as estruturas familiares, profissionais ou institucionais em que estamos inseridos e para isso temos de nos bater e afirmar vontades e liberdades, arriscando sempre confrontos com forças maiores, com a ordem estabelecida que estamos a ameaçar. Com Vénus e Júpiter em Sagitário em trígono a Marte e a Urano em Carneiro é óbvio que vamos dar tudo por tudo para clamar essa independência de propósito, mesmo que isso signifique conflito ou isolamento. Mas também isso acorda velhas dores ou feridas de amor, de pertença, de sentido de partilha já que Quíron em Peixes está quadrado a Vénus e assim vai estar nos próximos dias. As carências fundas pessoais de amor universal e as carências globais de amor pelo próximo estão a ser acordadas por Quíron no último grau de Peixes, o grau anarético em que devemos pôr fim a situações de carência emocional, de sensibilidade ferida,  para avançar para um novo ciclo de resolução de dor, o próximo sendo o da carência de acção ou da expressão da vontade própria, a partir de 18  de Fevereiro e até Abril de 2027. Vai passar a doer pelo que se fez ou pelo que não se fez, em vez de pelo coração aberto ou mal abraçado. Sol e Mercúrio em Aquário em sextil a Júpiter pedem que olhemos para o que nos rodeia e que sejamos capazes de inovar, melhorar. Este fim-de-semana é para isso que nos preparamos.