Até domingo à tarde temos de proteger o que for essencial para a nossa segurança emocional, doméstica, familiar, nacional. E se temos de nos defender é porque algumas dessas áreas podem estar a ser postas em causa ou temos de trabalhar nelas para chegar a novos patamares de organização e controlo, passando por isso a um conceito ou  a novos graus de segurança pessoal. No sábado a Lua em Caranguejo faz oposição a Vénus, Saturno e Plutão em Capricórnio num sinal claro que para termos a tal segurança emocional ou sentimento de “ninho” temos de mudar bastantes coisas, largando velhas amarras e com pragmatismo e coragem recrearmos a ordem em que devemos estar inseridos e de preferência controlar.  Depois desse desafio, no domingo a Lua faz quadratura a Urano em Carneiro e conjunção ao Nódulo Norte em Caranguejo e de seguida quadratura a Marte em Touro e isto simboliza facto de termos mesmo de largar velhos hábitos, impulsos, amarras psíquicas e materiais para podermos evoluir em consciência e de facto, a caminho de uma nova ordem pessoal e colectiva em 2020 quando Saturno e Plutão fizerem conjunção. Essa evolução é possível mesmo se difícil porque o Sol em Aquário está todo o fim-de-semana em sextil a Urano e a Marte a dar-nos energia vital para termos uma perspectiva mais distanciada e vermos as oportunidades que se abrem de futuro com as mudanças de paradigma. O trígono da Lua no sábado a Mercúrio e Neptuno conjuntos em Peixes, sextis a Venus e Saturno em Capricórnio é outro aspecto que anima à mudança com olhos postos em ideais mas onde também consta uma lógica a seguir. No domingo a Lua entra em Leão pela tarde e vamos querer algum reconhecimento pelo esforço feito durante a semana, no entanto não podemos ir atrás das exigências do ego porque vem aí uma Lua Cheia na terça feira em Virgem  e para minimizarmos polaridade entre desejo de fuga doSol em Peixes e a minúcia crítica da Lua em Virgem, temos de nos continuar a focar, a passo e passo, no que há que fazer para regenerar não só as folhas como a floresta.