Alinhar coração e a razão num só discurso ou análise é hoje possível graças a uma conjunção de Vénus a Mercúrio em Virgem e os resultados não deixam pedra por virar com o Sol também em Virgem em trígono a Plutão em Capricórnio. Estamos a ver tudo a fundo para, de seguida, com Marte em trígono a Plutão tomarmos as medidas adequadas para atingir resultados específicos. Tantos planetas em Virgem é isso que apontam: a especificidade, enquanto os planetas em Capricórnio, retrógrados, mostram o que ainda falta fazer para chegarmos a uma nova organização de vida. O risco é queremos ser demasiado radicais ou pelo contrário ficarmos demasiado presos nos detalhes com o Sol em sesquiquadrado a Urano em Touro. Encontrar o ponto de equilíbrio na passagem do velho para o novo é fundamental mais ainda porque a Lua em Peixes  conjunta a Neptuno – e a caminho da oposição ao Sol em Lua Cheia na madrugada de sábado – exacerba a sensibilidade, emoções, sentimentos difusos ou místicos  que têm de ter tradução concreta porque a Lua e Neptuno e mesmo a Lua Cheia estão em sextil a Plutão. Não podemos apenas ficar a idealizar. É preciso revolucionar de forma inspirada, a ordem das coisas, dizer claramente o que se sente e pensa e agir com precisão.