Neste fim-de-semana de Lua Cheia são o amor, compaixão, sensibilidade e equilíbrio das relações as energias dominantes, sendo que no sábado temos a oportunidade de fazer mudanças de rumo e de organização de vida e no domingo pode ser complicado ter iniciativas próprias se estas não tiverem em conta os sentimentos dos outros.

A Lua Cheia de sábado é em Peixes, conjunta a Neptuno e faz um sextil a Plutão em Capricórnio, opondo-se, a seguir a Marte e ao Sol, a Vénus e a Mercúrio em Virgem. Assim, chegamos a um extremo de sensibilidade, idealismo ou intuição que parece estar em contradição com o pragmatismo e atenção crítica que a situação exige. Torna-se por isso necessário encontrar o ponto de equilíbrio entre o material e o imaterial, tornando os sonhos realidade ou reformulando os sonhos para que possam ser possíveis.

De seguida, no Domingo, já estamos sob a Lua em Carneiro, conjunta a Quíron e oposta a Mercúrio e a Venus que simultaneamente sairam de Virgem para entrar em Balança. A conjunção da Lua a Quíron no signo regido por Marte que está em trânsito em Virgem conjunto ao Sol diz-nos que por melhores, mais eficazes, lógicas ou saudáveis que sejam as medidas ou passos que instintivamente queremos tomar, -principalmente se pensarmos que com isso estamos resolver problemas ou carências antigas, – maiores serão os conflitos e a oposição a que vamos estar sujeitos porque a Lua e Quíron se confrontam com Mercúrio e Vénus em Balança. Estes dois neste signo pedem que se fale diplomaticamente,que se procurem consensos, que haja justiça, paz e a intenção de equilibrar posições, exactamente contrário ao impulso individualista da Lua regida por Marte.

Temos este fim-de-semana de ir ao fundo dos sonhos e torná-los realidade de mão dada com quem nos relacionamos.