O mês começa com um máximo de tensão na área dos relacionamentos, pessoais, profissionais, financeiros ou políticos que traduz o conflito entre desejo de equilíbrio e a pulsão de controlo com Vénus em Balança em quadratura a Plutão em Capricórnio e a Lua em Escorpião em sextil a Saturno e a Plutão e em trígono ao Nódulo Norte, que rege, em Caranguejo: os equilíbrios estão a mudar, há forças maiores em jogo e temos de controlar a situação para garantir segurança emocional, doméstica, nacional.

Um sextil de Vénus a Júpiter também nos diz que temos a oportunidade de nos apoiar em boas ideias a pensar no futuro para melhor gerir a crise que está longe de estar terminada porque falta ainda o Sol e Marte fazerem quadratura a Saturno e a Plutão, o primeiro de 12 a 15 de Outubro e o segundo de 26 de Outubro a 8 de Novembro. Nesta narrativa celestial, estamos agora, com Vénus, a redefinir as relações para de seguida, com o Sol, mudarmos o foco e por fim, com Marte, mudarmos  a actuação. É um processo que vai durar cerca de um mês e meio e todos os passos devem ser bem avaliados, aceitando, com flexibilidade que, com Urano em Touro, temos de nos abrir a novos valores e ideias sobre o que é de facto sólido, aprazível e com que podemos contar.Vai mesmo ter de ser diferente e isso começa com a reavaliação do deve e haver nas relações que temos, qualquer que seja  sua natureza.