Os diálogos e possibilidades de acordo voltam a entrar numa fase crítica hoje que é noite de Lua Cheia. Seguir a razão ou ouvir o coração, tentar chegar a entendimentos ou recusar propostas que não servem o futuro, tudo está em causa com a hipersensível Lua em Peixes conjunta a Quíron a martirizar velhas feridas, oposta ao Sol em Virgem que quer resolver mentalmente os problemas, enquanto Mercúrio, regente da Virgem transita a Balança na procura de soluções equilibradas e se prepara para activar até sábado a quadratura de Urano a Plutão. É uma Lua cheia de conflitos interiores e externos, tensões explosivas versus o caminho da salvação – segundo a simbologia sabiana, ver artigo de ontem, para o grau da Lua e do Sol – e temos de estar abertos à mudança através da informação que pode chegar de qualquer quadrante para percebermos que tudo começa pela palavra. A afirmação da vontade e da verdade a defender virá com novo manto depois de dia 14 quando Marte entrar em Sagitário mas até lá temos de preparar o argumento e esta Lua Cheia lança o mote. A síntese a que chegarmos hoje permite novas iniciativas amanhã quando a Lua entrar em Carneiro. Só que não serão pacíficas já que também a Lua vai activar a quadratura de Urano a Plutão. Assim tudo o que se fizer para cortar amarras com o passado, resolver velhas feridas e tentar encontrar soluções inovadoras tem mais hipóteses de ser bem sucedido do que a defesa do status-quo. Com Vénus em Virgem oposta a Neptuno em Peixes há que saber responder à questão: para quê? em nome de quê? para quem?

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