Tal como ontem, os ânimos estão exaltados com o desejo de  exprimir sentimentos sem nada que os trave. Com dramatismo, orgulho ou simplesmente consciência do que nos diferencia, clamamos bem alto, o direito a ser, mesmo que seja contra tudo e contra todos, com a Lua em Leão, conjunta a Júpiter e oposta a Marte em Aquário. Essa exclamação de identidade é apoiada em ideais, fés ou fantasias, com Mercúrio em Aquário em semi-sextil a Neptuno em Peixes. Mas há limites para tanto egocentrismo ou cegueira colectiva com Saturno em Sagitário em quadratura a Neptuno e, pela tarde, GMT, também em quadratura à Lua recém entrada em Virgem. Sentido crítico, atenção ao detalhe, análise dos dados,  aliam-se à frieza dos sentimentos para lidar com as consequências das tensões, excessos e crises catalisados na Lua Cheia e quadratura de Urano a Plutão que se prolongará até Março. A chave continua a ser o diálogo com o Nódulo Norte em Balança, desafio ultra difícil já que Nódulo Norte ou sentido da vida, está oposto a Urano e quadrado a Plutão. Procurar novos equilíbrios, definir princípios condutores e descartar rigidez ou estruturas que já não são adequados são os trabalhos de casa a não descurar até à Primavera.

A imagem é de uma tapeçaria de  Fortunato Depero’s “Little Black and White Devils, Dance of Devils”, 1922-3.

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