Hoje, ainda mais do que ontem, é dia de agir, de fazer ouvir o que nos move, apostar na acção e na abertura a novas perspectivas ou investimentos. Tudo está em ebulição, o que não está bem está a perder terreno e valor e urge adoptar novos princípios e definir novas alianças. Há que pôr nisso toda a emoção com a Lua em Leão conjunta a Júpiter, em trigono a Vénus conjunta a Urano em Carneiro enquanto Marte também em Carneiro faz trígono a Saturno em Sagitário. A flexibilidade é também essencial para melhor aproveitar as oportunidades que se abrirem, devido à conjunção de Vénus a Urano que fica exacta amanhã, sempre em trígono a Júpiter e quadrado a Plutão.
A chave do processo está no facto de Vénus estar a activar a quadratura de Urano a Plutão ou seja, relações pessoais, financeiras, políticas, contratos, dinheiro, fundos de investimentos, diplomacia e alianças caducas são salientadas com este trânsito e é tempo de nos libertarmos dessas interdependências de forma a podermos definir novas estruturas de ligação. Os conflitos de poder são inevitáveis mas servem para catalisar necessárias mudanças nas relações ou para que muito dinheiro mude de mãos, mais ainda com Júpiter em Leão em trígono a Vénus e Urano, sendo que Júpiter rege a banca. Com o Sol e Quíron em Peixes em semi-sextil a Vènus e Urano, semi-sextis a Mercúrio em Aquário e sextis a Plutão em Capricórnio, tudo acontece em nome de algo maior, tudo se proclama em prol de um ideal, de uma fé, de uma compaixão, de um sonho pessoal ou colectivo. No entanto não há ilusão que vingue com Saturno todo o ano em quadratura a Neptuno- há que fazer grandes mudanças sim, mas sempre com ordem.

A tela está no Louvre, é do pintor flamengo Quentin Metsys, 1514, e chama-se ” O usurário”.
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