É difícil saber que escolher, tantas são as versões possíveis, os cenários desejáveis, as oportunidades a não perder ou a largar. Indecisos e confusos, com a Lua em Gémeos em quadratura a Neptuno em Peixes, temos, no entanto, de definir ou aceitar regras e princípios que reflictam os interesses a longo prazo, quando, pela tarde GMT, a Lua fizer oposição a Saturno em Sagitário e não for mais possível manter tudo em aberto.

O facto é que ambicionamos mover montanhas com Mercúrio regente da Lua, em trânsito no Capricórnio, onde também está Plutão e, desde o Solstício de ontem, o Sol. Toda a expectativa e esforço de mudar os paradigmas da ordem estabelecida e de definir novas estruturas na forma como vivemos e nos eixos de que dependemos, exige, actualmente muita dedicação e precisão (com Júpiter e o Nódulo Norte conjuntos em Virgem, também regido por Mercúrio enquanto Júpiter rege o Sagitário, onde se encontra Saturno que rege o Capricórnio).

Neste baile planetário e na interligação das suas energias podemos decifrar tendências e caminhos que se podem manifestar de inúmeras maneiras mas cujo resumo é simples: agora que os dias crescem, esse aumento de luz diária começa por pedir um olhar estruturante para o futuro, sobre o que queremos de nós próprios e de onde estamos inseridos. Há que pôr o projecto em prática com a atenção ao detalhe e a noção de serviço pedida por Júpiter e Nódulo em Virgem, contrariando ilusões com a quadratura de Saturno a Neptuno. Em caso de dúvida se a melhor via é convencional ou inovadora, rigída ou alternativa, vamos ter os sinais de que a criatividade ou o caminho menos evidente é o recomendado, quando Urano, agora estacionário em biquintil a Vénus em Escorpião, entrar directo dia 27. Há que defender com paixão, o renascer da cinzas, de forma original mas com regras, princípios e uma perspectiva de futuro.

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